segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

FAO alerta que 70% das doenças humanas recentes têm origem animal


Maioria das doenças infeciosas que apareceram em humanos têm origem em animais saudáveisFAO alerta que 70% das doenças humanas recentes têm origem animal

16 de dezembro de 2013 - 15h24

Setenta por cento das doenças humanas que apareceram nas últimas décadas são de origem animal e devem-se em parte à procura de alimentos de proveniência animal, conclui a FAO, que defende uma abordagem diferente a estas ameaças.

Num relatório hoje publicado, a agência da ONU para a Alimentação e a Agricultura diz que é necessária uma abordagem mais 'holística' para a gestão das ameaças relacionadas com doenças na ligação entre animais, humanos e ambiente.

"O aumento da população, a expansão agrícola e a existência de cada vez mais cadeias de abastecimento alimentar globais alteraram dramaticamente a forma como as doenças emergem, como passam de uma espécie para outra e como se espalham", alerta o relatório, intitulado "World Livestock 2013: Changing Disease Landscapes".

O diretor-geral adjunto da FAO para a Agricultura e a Proteção do Consumidor, Ren Wang, escreve no prefácio do documento que a contínua expansão dos terrenos agrícolas, a par de uma explosão mundial da produção de gado, significa que "os animais de criação e os animais selvagens estão cada vez mais em contacto uns com os outros" e os próprios humanos estão "mais em contacto com animais do que nunca".

"O que isto significa é que não podemos lidar com a saúde humana, a saúde animal e a saúde dos ecossistemas isoladamente - temos de olhar para elas juntas, e abordar as causas do aparecimento das doenças, a sua persistência e a sua expansão, em vez de nos limitarmos a combatê-las depois de aparecerem", diz.

Segundo o relatório da FAO, a maioria das doenças infeciosas que apareceram em humanos desde a década de 1940 terão origem em animais saudáveis.

É provável, exemplifica a organização, que o vírus da Síndroma Respiratória Aguda Severa (SARS) nos humanos tenha sido inicialmente transmitido por morcegos a civetas, tendo passado destas para humanos através de mercados de animais.

Em outros casos, acontece o oposto, e o gado transmite doenças a animais selvagens, afetando a saúde na natureza.

Por outro, a mobilidade humana é maior do que nunca e o volume de bens e produtos transacionados a nível internacional atingiu níveis sem precedentes, o que permite aos agentes patogénicos viajar pelo mundo com facilidade, recorda a FAO.

O estudo agora publicado foca-se em particular em como as mudanças na forma de criar e comercializar animais afetou a emergência e transmissão de doenças.

"Os muitos desafios discutidos nesta publicação requerem uma maior atenção à prevenção", pode ler-se no relatório. "A atitude de deixar tudo como está já não é suficiente".

A FAO advoga por isso uma abordagem de "Uma Saúde", que olhe para as interligações entre fatores ambientais, saúde animal e saúde humana, juntando profissionais de saúde, veterinários, sociólogos, economistas e ecologistas para trabalhar estes assuntos.

Lusa

domingo, 22 de dezembro de 2013

COMO FAZER DESINTOXICAÇÃO DO FÍGADO?

8 Conselhos rápidos para um fígado mais saudável

O fígado é um dos órgãos mais importantes e maiores do corpo humano. Ele desempenha um papel essencial na metabolização de nutrientes assim como na limpeza de substâncias toxicas ao organismo.


figado
O fígado e um orgão vital pa o organismo humano. Manter um fígado saudável é um fator chave para o bem estar físico e mental. O bom funcionamento do fígado reflete-se não só a nível interno como externo através da pele.

O que pode fazer para melhorar a saúde do fígado?

1. Cortar com o tabaco e o café e álcool. Eles contém substancias químicas nocivas que provocam um stress desnecessário às funções hepáticas.
agua
2. Beber mais água.
organico
3. Comer comidas orgânicas. Os produtos não orgânicos muitas vezes contêm substâncias quimicas como pesticidas, hormonas ou antibióticos que se tornam mais difíceis de processar transformando-se por isso numa carga extra para as funções hepáticas.
dormir
4. Dormir mais. É durante o sono profundo que o fígado inicia o seu processo de limpeza do organismo. Deitar cedo e sempre à mesma hora é a melhor forma de ajudar o fígado a estabelecer o seu ciclo de rotina diária de desintoxicação.
O sucesso da função hepática durante a noite fa-lo-à também sentir-se melhor ao acordar.
5. Utilize os benefícios das ervas naturais. O chá de raiz de dente de leão é tido como um bom ajudante na regeneração das células do fígado, assim como um estimulante do funcionamento renal.
verdes
6. Aumente o consumo de legumes verdes. Principalmente legumes de folha como os espinafres. Estes ajudam a balançar a acidez do organismo assim como a melhorar a textura e brilho da pele.

abacate7. Coma mais abacate. O abacate promove a saúde do fígado através do seu composto glutationa que não só combate o envelhecimento como promove o rejuvenescimento celular protegendo o fígado contra toxinas e potenciando o seu poder de limpeza.
8. Raíz de curcuma. A curcuma, tumérico ou gengibre amarelo é um poderoso adjuvante na saúde do fígado protegendo-o de danos causados por substâncias toxicas e ativando a regeneração das células danificadas.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Tomar leite é saudável? Parte 3


Alex Costa Guimarães *
Antes uma reflexão sobre a ação psíquica dos alimentos no indivíduo.
Todos conhecem uma receitinha básica para mexer com as emoções. Bons exemplos: canela para deixar a pessoa mais comunicativa, ou adicionar pimenta para aumentar a excitação de uma forma geral e espantar a apatia.
A ação psíquica dos alimentos no ser humano é uma área relativamente nova no ocidente, ao passo que no oriente (China, Índia e Japão), através de suas medicinas tradicionais, já é de vasto conhecimento.
No ocidente surgiu a nutrigenoma, ciência que estuda como os componentes da dieta interage com os genes, ou seja, como a alimentação regula a expressão ou função dos genes. A expressão da informação genética pode ser altamente dependente e regulada pelos macronutrientes, micronutrientes e fitoquímicos existentes nos alimentos.
Nas Medicinas Tradicional Chinesa e Ayurvédica essa percepção já existe há mais de 6000 anos.
É óbvio que é importante conhecer bem a fundo os alimentos, pois eles formam nossa base corporal, emocional, mental e espiritual. Todo mundo sabe que depois de comer um belo prato de feijoada torna-se bastante difícil realizar, com qualidade, uma demanda intelectual e, não me refiro apenas a astenia pós-prandial, mas a ação da feijoada sobre a mente.
A polêmica do consumo do leite e laticínios
Para entender a polêmica do leite como alimento, precisamos entender sua origem, sua fonte.
Vejamos. Os bovinos têm um perfil psicológico bem claro:
São animais gregários porque vivem em grupos (manadas). Aqueles que ficam isolados tornam-se estressados e agressivos. Só as vacas prenhes é que se isolam e não ficam estressadas particularmente por estarem grávidas.
Mesmo precisando viver em grupo, disputam fortemente entre si, por seus recursos, principalmente se não houver pasto (comida) suficiente. Apresentam vários padrões de organização social que acaba contribuindo para reduzir os efeitos de uma possível competição negativa.
Os bois definem sua área de "trabalho" àquele local onde irá comer e descansar. Ou seja, eles não se dispersam ao acaso, como se poderia imaginar. Lembrar que não ficam longe uns dos outros, mas não querem que essa proximidade atrapalhe sua sobrevivência.
O boi, de um modo geral, permite que outros bois entrem em sua área de trabalho. Portanto, não defendem seu território e todos podem pastar e descansar.
Apesar dessa aparência dócil (já que não atacam quando invadem seu território), o boi é bastante agressivo quando se trata de determinar quem vai mandar em quem. Geralmente é o peso, idade e raça que determina quem será o líder. Não será a inteligência, a sagacidade ou uma técnica especial de sobrevivência como ocorre com outros animais.
O rebanho se comporta como se fosse um único corpo. A maioria da manada apresenta o mesmo comportamento ao mesmo tempo. O líder da manada, inicia um deslocamento ou mudanças de atitudes e todos o seguem. Geralmente as vacas é que lideram o grupo (interessante!).
Quando eles ficam muito próximos uns dos outros, sempre há o despertar da libido em um ou outro animal que tenta copular ali mesmo no meio da confusão do toque da boiada. Ou seja, a proximidade desperta sensações bem instintivas, não importa o lugar e a hora.
Quando se diz que o boi realiza alguma estratégia, isso não quer dizer que ele utilizou sua consciência e projetou um plano de ação (como os golfinhos fazem), mas seu instinto é que os guia e, isso faz parte da sua genética. Ou seja, seu padrão comportamental é determinado totalmente pelos seus genes, sem comando dos seus instintos como ocorre com outros animais.
O leite de vaca x Ser Humano
O leite, como fonte de alimentação do bezerro, é para deixá-lo forte, musculoso em pouco tempo. O mesmo pode ocorrer com o Homem?
Claro que sim, o leite pode aumentar a massa muscular do ser humano como acontece com o gado. PORÉM, será que é só isso que ele provocará no ser humano?
Hoje em dia sabemos que os alimentos influenciam fortemente na replicação do DNA e, alterar a massa muscular através do consumo de laticínios é o mesmo que estar manipulando o DNA. Só que nessa manipulação ingênua, alteramos nosso padrão comportamental.
Se trocarmos a palavra “boi” por "algum tipo de ser humano", e analisarmos cada informação acima, identificaremos uma parcela da população que não consegue ficar sozinha consigo mesma, nem por uns instantes, pois elas ficam ansiosas, depressivas e agressivas. Precisam estar constantemente dopadas pelo barulho, ouvindo um rádio, comprando um aparelho ou artefato da última moda.
Tem pessoas que estão sempre andando em grupos, ‘curtindo’ modismos, e que sucumbem às tendências ocultas que movem o mundo. Elas nem se apercebem que estão fazendo parte de uma grande manada humana.
Elas só querem saber de comer, beber, dormir e fazer sexo. Tendo essas necessidades básicas satisfeitas, não querem nada além disso. São pessoas que não almejam nada além dos limites de sua zona de conforto. Odeiam quem está do seu lado, falam até mal, mas não querem se isolar. Sabe aquele típico ser homem que só pensa em mulher, futebol e cerveja? 
Atenção: não estou falando de gostos, mas de comportamento. É diferente. A pessoa pode gostar de tudo isso e ainda assim não viver em função disso, certo?
Para todas essas pessoas, eu não retiro o leite e seus derivados da dieta, pois não vai fazer diferença. A NÃO SER que ela já esteja com um problema físico em andamento (alergias, fobias, gastrites, refluxo, obesidade, síndrome do pânico etc.).
Para pessoas que buscam a si mesmas, questionam a vida e as estruturas da consciência, buscam na natureza seu conforto espiritual, para essas sim, eu recomendo a retirada dos laticínios de sua alimentação. Estas estão deixando de fazer parte da manada, precisam se individualizar.
Pelo mesmo motivo, proponho retirar os laticínios da dieta das pessoas que se drogam, mas desejam parar com isso: estão tentando sair do contexto de cardume ou manada.
Também não recomendo o consumo de leite e derivados para os autistas e portadores da síndrome de down.
Em síntese: se o indivíduo quer mudar sua maneira de enxergar a vida, quer ter a capacidade de dizer NÃO às imposições do sistema social, aos seus vícios (fumar, beber, zona de conforto, comer, drogas etc.) e quer ter suas próprias sinapses, eu não recomendo o consumo do leite e lacticínios.

Leite é saudável? Parte 3
A fonte é o www.vponline.com.br, um site de consultoria nutricional cuja missão é construir, aplicar e difundir o conhecimento científico da Nutrição Funcional em todas as esferas sociais, econômicas, políticas, técnicas, de forma ética e promovendo a saúde como vitalidade positiva.
Trata-se de um artigo claro, objetivo e, pautado por 82 referências científicas, que podem ser melhor acessadas diretamente no site da VP, por profissionais da saúde que se cadastrem no mesmo. Antes de dar sequência ao texto, manifesto aqui minha alegria e sintonia com a VP por brilhante trabalho de pesquisa. Conceição Trucom
É comum a discussão de que nenhum mamífero consome leite (e muito menos de outra espécie) após a amamentação. Porém, mais que este argumento, é fundamental entender o processo de evolução da espécie e as reações fisiológicas que o leite desencadeia para chegarmos a uma conclusão sensata se este é um alimento inofensivo ou pode realmente trazer malefícios (1, 2).
O consumo de lacticínios se tornou possível somente após a domesticação dos animais [6100 a 5500 anos atrás (3), sendo que o leite é, portanto, um alimento relativamente recente na alimentação do ser humano (cujo genoma não sofreu alterações significativas nos últimos 11.000 anos (1,2,4-20)], o que explica o porquê de cerca de 75% da população adulta mundial apresentar hipolactasia após o desmame (1, 21) [o que pode resultar em intolerância à lactose, que se caracteriza por diversos sintomas de ordem gastrointestinal (22) – como flatulência, cãibras intestinais, dor e inchaço abdominais, náuseas, vômitos e diarreia].
Além disso, há a questão de o leite ser um alimento potencialmente alergênico. Já foram identificadas mais de 25 frações proteicas alergênicas no leite de vaca, dentre elas, as mais alergênicas são: soro-albumina, gama-globulina, alfa-lactoalbumina, beta-lactoglobulina e caseína (23).
A alergia alimentar clássica é mediada pelo IgE, com prevalência de 6 a 8% na infância (24). Entretanto, a maior porcentagem de alergia alimentar ao leite de vaca é mediada pelo IgG, podendo desencadear sintomas de 2 horas a 3 dias após o contato com os alérgenos (reação tardia), sendo portanto, de difícil diagnóstico (25).
Diversos estudos comprovaram a relação de alergia tardia (25, 26) principalmente ao leite de vaca com otite (27), dermatite, rinite (28), sinusite, bronquite asmática (29), amigdalite, obesidade (30), aumento da resistência à insulina, aumento na formação de muco, gastrite, enterocolite, esofagite, refluxo, obstipação intestinal (31), enurese, enxaqueca (32), fadigas inexplicáveis, artrite reumatoide (33), falta de concentração, hiperatividade (ADHD)(34), dislexia, ansiedade e até mesmo depressão (25).
Entretanto, as proteínas do leite também podem induzir sintomas associados à doença celíaca (doença autoimune caracterizada pela intolerância ao glúten) em alguns pacientes que têm esta intolerância (35).
Outros estudos já relacionaram também o consumo de leite de vaca com diversas alterações metabólicas como hiperinsulinemia e resistência à insulina (36,39) que é alteração metabólica encontrada como base de diversas patologias como diabetes tipo 2, hipertensão, dislipidemia, obesidade abdominal, estado pró-trombótico e síndrome do ovário policístico (40). Veja a comparação entre índice glicêmico e resposta insulinêmica de leite e derivados e o pão branco (Figura 1, 41).
Estudo de revisão realizado por Melnik (2008)(42) propõe que o consumo da proteína do leite induz hiperinsulinemia pós-prandial, alterando a relação hormônio de crescimento/fator de crescimento semelhante à insulina (IGF-1), com aumento constante dos níveis sanguíneos de IGF-1, que por sua vez está envolvido com a regulação do crescimento fetal, maturação das células-T no timo, crescimento, aparecimento de acne, aterosclerose, diabetes, obesidade, câncer e doenças neurodegenerativas. Ou seja, o consumo de laticínios poderia afetar a saúde humana nas diferentes fases da vida, promovendo o desenvolvimento de doenças crônicas.
Além deste fator, outra dificuldade encontrada são as embalagens dos leites. Em um estudo, foi observado que há migração de bisfenol A em latas de fórmulas infantis para o alimento, mesmo em temperatura ambiente, sendo que esta contaminação ocorre dentro do prazo de validade destes produtos (43), o que a longo prazo pode causar uma toxicidade que pode levar ao aparecimento de alterações metabólicas como: puberdade precoce, infertilidade, esteatose hepática, resistência à insulina, diabetes, obesidade (44).
Outros estudos também encontraram relação com câncer, principalmente de ovários (45-47), testículos (48) e próstata (49-50), doença de Parkinson (51-53), doenças cardiovasculares (54-56), artrite reumatoide (57), diabetes tipo 1 (58-73), esclerose múltipla (74-78) e, inclusive, osteoporose (79-81), apesar de estudos de curto prazo referirem beneficio neste caso (82).
Portanto, o consumo do leite de vaca é algo que deve ser avaliado individualmente, considerando também os efeitos metabólicos desencadeados e não apenas a qualidade nutricional do mesmo, inclusive porque existem outras boas fontes de proteína e cálcio na alimentação humana.

Leite é saudável? Parte 2
Dr. Jorge Esteves *
Nenhuma doença tem uma única causa e nem pode ser realmente curada até se descobrir todas as suas causas: o que a provoca, as diferenças de pessoa para pessoa. Ou seja, uma mesma causa pode gerar diversas doenças, que dependem de outras condições (atenuantes ou agravantes) que possam estar combinadas, bem como de cada pessoa em particular, inclusive de cada momento da mesma pessoa.
Isto é facilmente perceptível no caso das doenças causadas pelos laticínios. Muitas vezes é suficiente eliminar por completo o consumo de laticínios para que desapareçam em um curto prazo as doenças que relacionamos mais abaixo, o que é uma prova da co-relação e da causa e efeito. Isto pode ainda ser reconfirmado com o retorno do consumo de laticínios, que mesmo mínimo ou ocasional, a doença reaparece.
Mas, se não for suficiente a eliminação dos laticínios da dieta para acabar com a doença, deixando os laticínios, pelo menos, não estaremos jogando mais combustível na fogueira. O desafio então será procurar todas as outras causas que contribuem à doença e desenhar a melhor estratégia para eliminá-las e assim permitir que, em forma complementar, torne a operar plenamente a Força Natural da Saúde e auto-cura.
Experimente eliminar completamente os laticínios da sua dieta pelo menos durante três meses, e tire suas próprias conclusões. Seu corpo certamente não irá lhe mentir.
Mas por favor, não deixe de consumir os laticínios sem deixar de consumir os produtos à base de carne, nem deixe a carne sem deixar os laticínios, porque o remédio pode ser pior do que a doença.
Se você acredita que os laticínios são insubstituíveis para a contribuição do cálcio, só responda a seguinte pergunta: de onde a vaca tira o cálcio existente no leite?
As fontes vegetais são melhores do que as fontes animais, também para seres humanos, incluindo o bebê, com exceção do leite da sua mãe. Também não fique com temor da osteoporose pelo fato de deixar de consumir laticínios, pois no lugar de evitá-la, os laticínios são parte da causa desta doença.
As provas são irrefutáveis. O estudo Cornell, a maior investigação científica de nutrição da história, feita pela Universidade Cornell de Oxford, e pelo Ministério da Saúde da China, revelou que em áreas rurais da China, onde não se conhecem os laticínios, quase não há registros de casos de osteoporose. E que onde se concentra o maior consumo de leite no mundo (Suíça, França, Dinamarca, EUA, etc.) é exatamente onde existe maior número de casos de osteoporose.
Tem sido demonstrado que os laticínios tiram muito mais cálcio do que fornecem, e que o cálcio “assimilado” é depositado em locais inadequados: bicos de papagaio na artrite, calcificações nas juntas e mamas, pedras nos rins e cálculos biliares, placas de osteroma calcificadas que causam obstrução nas artérias, cataratas nos olhos, etc.
Se o seu médico não concorda com esta visão dos problemas de consumo dos laticínios, convide-o para que se atualize, mas procurando informações realistas e independentes de interesses comerciais.
Saiba que, em última análise, você decide, porque o corpo é seu, porém não se esqueça de que aprendendo a se alimentar, você poderá fazer muitos pratos deliciosos sem laticínios e sem carne, para continuar desfrutando da vida e seus prazeres, durante mais tempo e com melhor saúde.
Vejamos as doenças que direta e indiretamente podem estar sendo causadas pelo consumo de leites e derivados de origem animal.
1. DOENÇAS RESPIRATÓRIAS
2. DOENÇAS DIGESTIVAS
3. DOENÇAS GENITOURINARIAS E MAMÁRIAS
4. DOENÇAS NEUROLÓGICAS, ALÉRGICAS E AUTO-IMUNE
5. DOENÇAS DA pele, cabelos, unhas E tecidos CELULARES SUBCUTÂNEO
6. DISLIPIDEMIAS E DOENÇAS CARDIOVASCULARES
7. DOENÇAS INFECIOSAS
8. DOENÇAS ENDÓCRINAS
9. CANCRO, tumores E doenças HEMATOLÓGICAS BENIGNOS
10. DOENÇAS OFTALMOLÓGICAS E OTORRINOLARINGOLOGICAS
11. DOENÇAS REUMÁTICAS OSTEOARTICULARES
12. OUTRAS doenças COMO AIDS sem HIV
Tipos dos mecanismos fisiopatológicos que geram estas doenças a partir do consumo de produtos lácteos:
  • * Reações alérgicas vinculadas com suas proteínas;
  • * Auto-imunidade e esgotamento imunológico relacionado com suas proteínas;
  • * Desenvolvimento de ambiente propício aos micróbios pelo excedente protéico (sementeira);
  • * Depósitos múltiplos, anômalos do excedente das proteínas, como bactérias e fungos (por exemplo por uso imprudente de antibióticos ante estas infecções). Também depósitos de cálcio em lugares múltiplos e anormais (pontas de papagaio, cálculos, calcificações mamárias,etc.);
  • * Gorduras saturadas e colesterol, por ação direta e indireta;
  • * Hidratos de carbono, como a conhecida intolerância à lactose;
  • * Outros componentes naturais: fator do crescimento epitelial responsável na geração da maioria dos cancros, toxicidade por excesso de vitamina D, fator X ou Xantino Oxidasa, mais importante que o colesterol e os triglicérides como fator causador de infartos e arteriosclerose;
  • * Vírus, bactérias, fungos ou parasitas presentes nos laticínios;
  • * Aditivos e conservantes nos laticínios e suas embalagens;
  • * Contaminantes naturais como por exemplo aflatoxinas;
  • * Contaminantes dos tratamentos feitos às vacas, como alimentos e rações (transgênicos ou pastos contaminados), antibióticos, hormônios, DDT, etc. e;
  • * Roubo de nutrientes (cálcio, outros minerais, vitaminas e proporção inadequada, cálcio/fósforo).  
Texto traduzido e adaptado por Conceição Trucom do artigo escrito pelo Dr. Jorge Esteves (original em espanhol): Leite, queijo, outros laticínios e as 100 doenças que causam - Publicado na revista Argentina Holisticamente - Ano 1, 1 ª edição (7/10/97), pág. 15 a 18.

LEITE É SAUDÁVEL?


www.notmilk.com *
Sim, o leite é o "alimento perfeito" da mãe natureza... para um bezerro, que nasce com 35 kg, de uma mãe com 200 kg, até que seja desmamado!
Tudo o que você sabe sobre leite de vaca e laticínios é, provavelmente, parte de condicionamentos culturais e MITO da indústria leiteira. O leite de vaca é um fluido insalubre de animais, na maioria das vezes, doentes que contém uma gama ampla de substâncias perigosas e causadoras de alergias, intoxicações e doenças, com efeito prejudicial e cumulativo sobre todos os humanos que o consomem.
TODO leite de vaca contém 59 hormônios ativos, vários alergenos, gordura saturada e colesterol. A maior parte do leite de vaca contém quantidades mensuráveis de herbicidas, pesticidas, dioxinas (até 2.200 vezes o nível aceitável), até 52 antibióticos, sangue, pus, fezes, bactérias e vírus. O leite da vaca pode conter ainda resíduos de tudo o que a vaca come, inclusive coisas como radiativos de testes nucleares. E, muita adrenalina e dor, pois a vaca escuta o seu bezerro chorar 24 horas/dia, já que o leite que seria do bezerro é praticamente todo direcionado para o consumo humano.
O leite de cada um dos mais de 4.700 mamíferos da face da terra é formulado especificamente para a sua espécie. Neles encontramos lactoferrinas e imunoglobulinas, agentes imunizantes específicos de cada animal, que funcionam como alergenos para seres humanos.
Combustível de tumores
Daqueles 59 hormônios do leite, um é o poderoso hormônio do CRESCIMENTO chamado IGF-1 (Insulin-like Growth Factor One - Fator de Crescimento similar à Insulina). Por uma curiosidade da natureza ele é idêntico no leite das vacas e dos humanos. Considere que este hormônio serve de "combustível" para qualquer crescimento acelerado, entre eles os tumores e cânceres.
A medicina já considera que o IGF-1 é um fator-chave no crescimento rápido e na proliferação dos cânceres de seio, próstata e cólon (intestino grosso), e suspeita-se que, provavelmente, pode promover TODOS os cânceres, entre eles os de estômago.
IGF-1 é componente natural de TODO leite, pois sua função é exatamente que o recém-nascido cresça com rapidez. Nós consumidores e responsáveis pelas crianças não pensamos a esse respeito, porque não temos a mínima idéia do problema, assim como muitos pediatras e médicos. Ver em http://www.notmilk.com/igf1time.txt - uma cronologia)
MONSANTO e o PosilacA indústria química Monsanto, investiu cerca de meio bilhão de dólares para inventar uma injeção que fizesse as vacas produzirem MAIS leite. Com esta injeção as vacas aumentam sua produção de leite de 10 a 40%. Que loucura: dá para ser saudável um alimento obtido com tal crueldade? E, o Posilac induz um aumento na concentração natural de IGF-1 em até 80%. E mais, com este aumento de produção, aumentam os quadros de mastite, portanto infecções, sangue e pus no leite. A solução? Antibióticos, que ao final terão também seus resíduos no leite. 
O FDA (Departamento que regula a liberação de Alimentos e Remédios nos EUA) insiste que o IGF-1 é destruído no estômago. Se isso fosse verdade, o FDA acaba de informar que amamentar é inútil, porque, dispensando esta informação do capitalismo selvagem, este fator de crescimento FAZ o bezerro e todos os bebês crescerem (com a rapidez que pretende a mãe natureza), mesmo com o seu leite passando pelos seus estômagos.
Digamos que, realmente parte deste IGF-1 seja destruído pelo estômago dos não-bebês, mas certamente parte permanesce ativo pois, como explicar a altura (e pés grandes) da geração já rotulada de " geração iogurte", alimentada com leite achocolato, danoninho, yakult, etc?
CÁLCIO - E o Magnésio?Onde as vacas arranjam cálcio para seus pesados ossos, fartos músculos e leite para seus bezerros de 35 kg? Sim, das plantas! O cálcio que consomem das plantas vem acompanhado de farta quantidade de magnésio (presente na clorofila), fundamental para que o organismo assimile corretamente o cálcio.
O leite de vaca tem três vezes mais cálcio que o leite humano. Mas não importa, são números que não dizem muito, porque para o cálcio ser assimilado PRECISA haver quantidade equivalente de MAGNÉSIO, como existe nas folhas verdes que as vacas comem. O leite só tem magnésio suficiente para que se absorvam cerca de 11% do cálcio total (33 mg/xícara).
A questão é que enquanto a vaca amamenta seu bezerro, ela segue comendo folhas verdes, que complementam a proporção ideal de magnésio. Boa idéia para as mães que amamentam, tomarem seus sucos verdes uma ou mais vezes/dia.
Ou seja, o melhor substituto do leite são os SUCOS VERDES. Precisamos esquecer que leite, depois da fase de amamentação, precisa ser branquinho: ele precisa mesmo é ser verdinho!
Curioso: as nações com maior de consumo de leite e laticínios também têm o maior índice de osteoporose e fraturas ósseas. Prova? Que tal um estudo controlado de 78.000 enfermeiras num período de 12 anos?
PROTEÍNA & O MITO 
O leite pode ser considerado "carne líquida" por causa de seu alto conteúdo de proteína que, em conjunto com outras proteínas, pode na verdade TIRAR cálcio dos ossos e dentes. Pois a digestão da proteína animal exige grande produção de ácido clorídrico, que irá seqüestrar sais ricos em cálcio, magnésio e ferro, acidificando todo o metabolismo, desmineralizando-o por completo. Países que consomem dietas ricas em proteínas de origem animal (carnes, leite e laticínios) apresentam as taxas mais altas de osteoporose e fraturas ósseas.
Dividido em seus grupos básicos, LEITE INTEGRAL é: 87% de água + 3,25% de Gordura + 4% de Caseína + 1% de outras proteínas + 4,75% de outras substâncias.
Assim, 80% da proteína do leite é a caseína. Mas, a caseína é um alergeno poderoso, uma histamina que ativa – via reação alérgica - a produção de grande quantidade de muco. Ou seja, quanto maior o consumo de lácteos, maior será a produção de mucos, meio de cultura para microorganismos oportunistas=inflamações, que desencadeiam infecções. Dá-lhe antibióticos!
DIABETES
A proteína lactalbumina já foi identificada como fator-chave da diabetes, sendo o motivo fundamental para NÃO se oferecer leite de vaca aos lactentes.
PASTEURIZAÇÃO - HOMOGENEIZAÇÃO - BACTÉRIAS e PUS Normalmente o leite é pasteurizado (72°C/15 segundos e resfriamento instantâneo), porém, ao voltar à temperatura ambiente o número de bactérias no leite DOBRA a cada 20 minutos. Pasteurização? Ledo engano!
Cada ml de leite de vaca comercial pode ter até 750.000 células somáticas (conhecidas como pus) e 20.000 bactérias vivas, antes de ser retirado do mercado. Isso chega a espantosos 20 milhões de bactérias vivas e a 750 milhões de células de pus/litro.
A Comunidade Européia e o Canadá só permitem 400.000.000 células de pus/litro. Em geral esses níveis são mais baixos, mas não admira colocarem soda para a conservação do leite.
A homogeneização (processo mecânico para evitar a formação de nata), quebra moléculas grandes de gordura em partículas menores que PASSAM para a corrente sangüínea! Isso se transforma numa auto-estrada para quaisquer toxinas carreadas pela gordura (chumbo, dioxinas etc.) chegarem a seus órgãos que, antes, eram os mais bem protegidos.
DOENÇA DE CROHN
A paratuberculose por micobactérias provoca uma doença bovina conhecida como "Mal de Johne". Vacas diagnosticadas com esta doença têm diarréia e intensa eliminação fecal de bactérias. Estas bactérias se multiplicam no leite, e não são destruídas pela pasteurização. Às vezes, as bactérias vindas do leite passam a crescer no hospedeiro humano, e daí resulta a Síndrome do Intestino Sensível ou Doença de Crohn.
EFEITOS CUMULATIVOSComo isso afeta seres humanos que consomem diariamente leite de vaca e laticínios ao longo de toda sua vida?
Alergias Respiratórias (maiores vítimas são as crianças), alergias de pele e outras, obesidade, doenças cardiovasculares, câncer, problemas digestivos, diabetes, resistência a antibióticos, problemas comportamentais e quadros de intoxicação generalizada, fazendo com que tudo isso acabe armazenado na gordura HUMANA...
Os que resistem a acreditar devem ler mais, se informar e perceber que a MAIORIA da população mundial NÃO tolera a lactose. Até 95% da população negra e cerca de 53% dos hispânicos.
Abaixo o mito de que o leite de vaca é o alimento perfeito da natureza para seres humanos!
QUESTÃO DE BOM SENSO
Onde estava esta campanha maciça de "leite é o máximo" antes da refrigeração, da pasteurização e do transporte em massa? Quando as vacas produziam só o leite segundo a necessidade natural do seu bezerro, a "sobra" era rapidamente transformado em MANTEIGA e um queijinho! Agora que as mesmas vacas foram "bombadas" com injeções de Posilac para produzir até 40% a mais de leite/dia (seguem as pesquisas de novas drogas), de repente os lácteos se tornaram um "alimento básico" do cotidiano. COMO É QUE É?
E para aumentar o engodo, agora está na moda o SORO do leite, que é a SOBRA fétida obtida após a extração da GORDURA e CASEÍNA do leite. Os principais componentes do soro são a albumina sérica bovina e a lactoalbumina. Há outros hormônios contidos no soro, além de todas as impurezas solúveis em água: do leite e do processo industrial.
A indústria "do ganhar dinheiro" não pode parar. Efeito dominó sabe? Usam a expressão sustentabilidade para justificar a industrialização do soro do leite e não contaminar os rios. Mas a real sustentabilidade é não consumir lácteos, daí não existirá soro, lixo a ser usado como envenenamento final.
Não existirá a indústria da doença, sendo os problemas respiratórios (mucos) a segunda maior causa da mortalidade infantil. A primeira causa são os problemas congênitos, que, considerando os hábitos alimentares das mães, sei não!?!
Fonte: http://www.notmilk.com - Tradução: Beatriz Medina - Rio de Janeiro

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Cinco passos para alcançar seus objectivos.


1º Passo: Forme uma imagem mental do resultado. Se o objectivo for perder peso, imagine-se todas as manhãs assim que acordar como uma pessoa esguia, forte, cheia de vigor e energia infinita. Quanto mais clara for essa imagem mental, mais eficaz será o processo.

2º Passo: Exerça pressão positiva sobre si mesmo.
A principal razão pela qual as pessoas não cumprem as resoluções que tomam é porque se torna mais fácil agarrarem-se aos seus velhos hábitos. A pressão nem sempre é uma coisa negativa. A pressão pode incentivar-te a alcançar grandes objectivos. As pessoas costumam conquistar coisas magníficas quando estão entre a espada e a parede e são obrigadas a recorrer à fonte de potencial humano que reside dentro delas.

3º Passo: Nunca definas um objectivo sem um prazo. Para que um objectivo tenha vitalidade, precisas de lhe dar um prazo.

Põe por escrito. Um objectivo que não é posto por escrito nem sequer é um objectivo. Compra um diário, qualquer caderno barato de espiral serve. Chama-lhe o Livro dos Sonhos e preenche-o com todos os teus desejos, objectivos e sonhos. Conhece-te a ti mesmo e a tudo o que te define. Divide o teu Livro dos sonhos  em várias secções para os vários objectivos que pretendes alcançar nas diferentes áreas da tua vida.. Por exemplo podes ter uma secção para os objectivos de saúde, outras para os teus objectivos financeiros, outras para os pessoais, relacionamentos amorosos e sociais e acima de tudo uma secção para os teus objectivos espirituais. Outra técnica consiste em preencher o livro dos sonhos com imagens das coisas que desejamos.

4º Passo: Regra mágica dos 21. Os homens e as mulheres sábios deste mundo acreditam que para que o novo comportamento se cristalize num hábito, temos de realizar essa nova actividade durante 21 dias consecutivos.

5º Passo: Aprecia a viagem. É fundamental divertires-te enquanto percorres o caminho em direcção aos teus objectivos. Nunca te esqueças do quão importante é viver com um entusiasmo desenfreado. Mantém-te alegre, curioso e com garra.. mantém-te concentrado na obra da sua vida e ajuda o próximo. O Universo encarregar-se-á do resto.



Fonte: "O Monge que vendeu o seu ferrari"

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

DHANURASANA ou POSTURA DO ARCO


Atitude mental: atenção na região pélvica e sacra

Efeitos: - Muito bom para a coluna vertebral

              - Estimula a actividade endócrina com benefícios para a saúde psicossomática                   em geral
              - Corrige irregularidades menstruais
              - Elimina dores costais derivadas de atividades sedentárias


Efeitos psicológicos: Enriquece a personalidade, dando vivacidade à mente. É psicoestimulante.


terça-feira, 26 de novembro de 2013

SHALAMBASANA ou POSTURA DO GAFANHOTO

 - É o mais potente asana para curar prisão de ventre.
  - Revigora diafragma e músculo cardíaco
  - Efeito benéfico sobre os rins, limpando-os – normalizando-lhes o desempenho específico
   - Fortalece músculos abdominais, lombares, sacro e glúteos.

Efeitos mentais: Estimula a mente e acrescenta firmeza ao carácter





PASCHIMOTTANASANA ou POSTURA DA PINÇA


- aumenta a flexibilidade dos músculos posteriores
- aumenta a circulação ao longo da coluna vertebral
- a compressão exercida sobre as vísceras abdominais estimula o seu funcionamento, em especial a atividade peristáltica dos intestinos, atuando como o melhor remédio para constipação intestinal/prisão de ventre.
 - cura lumbago crônico e as dores procedentes do nervo ciático
 - excelente contra a obesidade
 - é de excepcional eficácia contra os distúrbios de estômago, onde estimula a produção de suco gástrico
- normaliza rins, fígado e intestinos
- é especificamente indicado para vencer a dilatação do baço e do fígado
- controla e estabiliza o diabete.

Indicações: 
- Ciática
- Diabetes
- Artrites e dores nas costas
- Obstipação
- Problemas menstruais
- Fígado preguiçoso
- Dor de rins

Contra-indicações: 
- deslocamento de discos vertebrais
- dependendo do grau de ciática deverá ser feito com a ajuda de um professor


5 IMAGENS QUE TE VÃO FAZER PENSAR NA VIDA


1- Homem salta do world trade center no atentado de 11 de Setembro


2- Pai e filho (1949-2009). Lindo


3- Cirurgião após 23 horas a realizar um transplante de coração (com sucesso). O seu assistente está a dormir no canto exausto.


4- Interior de uma câmara de gás de Auschwitz.


5-  Rapaz faminto e missionário em África.

Original:  http://www.eusoudotempo.com/5-imagens-que-te-vao-fazer-pensar-na-vida/



SARVANGASA ou POSTURA DA VELA

- Regenera todo o organismo
- Alivia qualquer congestão venosa das pernas e das vísceras abdominais.
- Alivia o trabalho normal do coração.
- Estimula notavelmente a atividade da glândula tiróide e outros órgão situados na garganta e no tórax.
- Estimula o timo, reforça o sistema imunitário.
- O sistema nervoso simpático fica fortemente estimulado .
- Aumenta a vivacidade intelectual, afetiva e motora.
- Cura e corrige hemorroidas, prisão de ventre, congestão hepática, visceroptose, dispesia, varizes e varicela, amigdalites, hérnias, tremores e contrações nervosas.
- Previne descalcificação prematura.
- É o mais potente rejuvenescedor do organismo, pois restaura as glândulas, devolvendo-lhes a saúde e a normalidade juvenil.

Indicações
- Insonia, memória e fraca concentração
- Edemas dos pés e pernas
- Vertigens
- Cansaço físico e mental, stress, medo e dores de cabeça
- Articulações fracas
- Asma, diabetes, perturbações da tiróide, impotência, menopausa.

 É considerado por muitos professores,  o exercício mais eficaz do repertório yogi. Em sua execução correta é preciso cuidar para que a posição seja efetivamente vertical, sendo o esforço exigido para manter o equilíbrio, mínimo. Nesta posição experimenta-se profunda sensação de descanso.

Contra-indicações: problemas cardíacos ou hipertensão, espondilite cervical, glaucoma, operação recente dos olhos.


domingo, 27 de outubro de 2013

RESPIRE!




Respira conscientemente, tantas vezes quantas te lembrares ao longo do dia. No fundo meditar não é senão isso mesmo: respirar conscientemente. Sente, ao respirar, que é a própria vida que está a entrar em ti, sente o ar da vida a penetrar-te e a encher-te como uma onda, com o seu vai e vem cadenciado, com o seu ritmo harmonizador. Sente que tudo vai ficando em equilíbrio dentro de ti, que os teus órgãos estão a ser vivificados, que estás a ser limpo e energizado por essa respiração consciente.



domingo, 16 de junho de 2013

LEITES VEGETAIS

Plant based dairy free milk
Image Source: Vivianna Love/Flickr

Se você decidiu largar o leite da sua dieta, seu corpo vai agradecer. Entre 30 e 50 milhões de americanos são intolerantes à lactose, e o consumo de produtos lácteos tem sido associado a tudo, desde o aumento do risco de câncer de ovário e próstata à infecções de ouvido e diabetes. Felizmente, os leites de origem vegetal fornecem uma alternativa conveniente e saudável ao leite de vaca. E se você está fazendo a transição para uma dieta livre de produtos lácteos, vai achar que eliminar os lacticinios, nunca foi tão fácil. Soja, amêndoa, cânhamo, coco e leite de arroz, entre outros, estão tomando o lugar dos laticínios nos corredores do supermercado. Existem dezenas de marcas de leites e centenas de opções de escolha para atender a gostos individuais de cada um e as necessidades nutricionais . Então, como escolher o melhor leite vegetal para a sua dieta? Continue a ler para descobrir

Sabor


Devido à esmagadora variedade de leites à base de plantas disponíveis, pode ser difícil decidir qual o leite à base de plantas escolher. Experimente uma variedade de produtos de leites vegetais para ver o que agrada o seu paladar. Os de coco e de soja tendem a ser mais doces e cremosos em consistência. Amêndoa, cânhamo, e leites de avelã tem um sabor mais acentuado à noz. E leite de arroz tende a ser mais suavemente doce e líquido na consistência. As diferenças podem ser notadas não apenas entre as variedades de leites sem lactose, mas também entre as marcas; experimente vários para descobrir qual agrada ao seu paladar.

Nutrição

Nutrição pode também desempenhar um papel determinante na sua escolha. Tal como o leite de vaca, muitas variedades de leites vegetais são enriquecidos com nutrientes, incluindo as vitaminas A e D. Leites de soja e de cânhamo são ótimas opções para aqueles que desejam aumentar a proteína em suas dietas, tanto de soja e de cânhamo são proteínas completas que fornecem todos os nove aminoácidos essenciais . Muitos tipos são  também  fortificados com cálcio, vitamina D, vitamina B12 e ferro. Então, se você estiver procurando dar a sua dieta um pouco de impulso de nutrientes, leites não lácteos podem fornecer os nutrientes que você precisa. Não deixe de ler os rótulos dos alimentos para auxiliar a escolha de um produto fortificado para atender às suas necessidades.

Modificar uma receita

A escolha do leite pode também ser influenciada pela forma como você o pretende utilizar . Em geral, na maioria das receitas que levam leite de vaca, pode-se facilmente substituir esse ingrediente por outro leite à base de vegetal. Amêndoa, cânhamo, soja, coco e leite de arroz podem ser facilmente utilizados em produtos de panificação. Soja, coco, avelã  são ótimos substitutos para o creme de café, devido à sua consistência mais espessa e sabor. E leites de soja e arroz são adições maravilhosas para molhos e sopas. Mais uma vez, a maioria das opções vão depender das preferências de gosto pessoal, então sinta-se livre para experimentar  encontrar o leite vegetal perfeito para suas necessidades. Confira algumas opções de leites vegetais:


1. Leite de Amêndoa

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Leite de amêndoa não sabe nada como o leite de vaca, oferecendo sua própria luz única e sabor de noz. Esta bebida láctea saborosa fornece-nos minerais tais como cobre, magnésio, manganês e potássio, bem como antioxidantes selénio e vitamina E. O leite de amêndoa é versátil e pode ser utilizada em panificação, bebidas quentes, batidos, bem como pode ser bebido sozinho. 

2. Leite de Coco
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O leite de coco é rico em fibras, vitaminas B1, B3, B5, B6, C e E, ​​bem como vários minerais, tais como cálcio, ferro, magnésio, fósforo, selénio, sódio e zinco. Além disso, contém um nível elevado de Omega 3, 6 e 9 de gorduras, juntamente com aminoácidos essenciais. A única desvantagem de leite de coco é o elevado teor de gordura saturada, e por causa da ligação entre este e a doença cardíaca coronária, o leite de coco é visto como um alimento que deve ser consumidos com moderação. O leite de coco é rico em fibras, no entanto,o que nos faz sentir satisfeitos durante mais tempo, portanto, ajudar a controlar o consumo e o peso.


3. Leite de Linhaça

Flax Milk


Leite de linhaça contém ácidos gordos ômega-3, a partir de óleo de linhaça prensado a frio, que ajuda a prevenir o câncer, diabetes, doenças cardíacas e acidentes vasculares cerebrais. Leites de linhaça são fortificados com vitaminas e minerais, incluindo as vitaminas A, B12 e D, bem como o cálcio, que é igual ao valor nutricional do leite de outras alternativas. A única desvantagem para o leite linho é que ele não contém nenhuma proteína. No entanto, existem inúmeras fontes excelentes de origem vegetal de proteína, como feijão, lentilhas, nozes, sementes, tofu, cereais integrais e que podem ser consumidos como parte de uma dieta equilibrada. mesmo!

4. Leite de Avelã

Hazelnut Milk

O Leite de avelã lé uma boa fonte de vitaminas B1, B2 e B6, que são essenciais na formação de sangue e de saúde mental, assim como uma excelente fonte de vitamina E antioxidante que promove o cabelo e pele saudáveis, bem como aumenta a saúde do músculo cardíaco. Avelãs também são ricas em ácido fólico, que é importante para os bebês e adultos em crescimento, o que ajuda a produzir glóbulos vermelhos e transportam oxigênio pelo corpo. Não tem gosto nada parecido com o leite de vaca, oferecendo um sabor de noz que é mais forte do que o leite de amêndoa. 

5. Leite de Cãnhamo

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Leite de cânhamo é rico em  ácido gordo ômega 3-ALA, que tem sido comprovado para ajudar a baixar a pressão arterial e colesterol. Além disso, contém 6​​-ácidos gordos ómega, todos os 10 aminoácidos essenciais, cálcio, ácido fólico, riboflavina; fósforo; potássio, magnésio, ferro, zinco, bem como as vitaminas A, B12, D e E. O cânhamo é um leite mais cremoso e espesso do que a maioria das outras alternativas de leite e tem um delicioso sabor original e que não pode ser facilmente distinguida de leite de vaca, quando misturado em bebidas. 


6. Leite de Aveia

Homemade Oat Milk

Leite de aveia é rico em fibras e ferro, bem como  baixo em calorias, gorduras e açúcares. Ele pode melhorar o sistema imunológico; manter o nível de açúcar no sangue e os níveis de colesterol saudáveis, bem como proteger contra doenças cardíacas, derrames e alguns tipos de câncer. Além disso, fornece minerais importantes incluem manganês, fósforo, potássio, bem como as vitaminas A, B e E. Leite de aveia é muito versátil e pode ser usado em cozimento, bebido simples, ou adicionado a cereais e bebidas quentes. 


7. Leite de Arroz

Rice Milk Brands



O leite de arroz é uma alternativa ao leite de vaca a partir de leite de grãos (em geral) de arroz integral, que em sua maior parte continua sem açúcar, apesar de alguns leites de arroz serem adoçados com ingredientes naturais, como a cana de açúcar. O leite de arroz é enriquecido com vitaminas e minerais, incluindo cálcio, ferro, niacina, bem como as vitaminas A, B12 e D. Ele também é baixo em gordura, tornando-se particularmente um bom substituto do leite para o cozimento, e bebidas. Tal como acontece com amêndoa, coco, cânhamo e aveia, leite de arroz é uma ótima alternativa de leite para aqueles que são alérgicos à soja, apesar de não oferecer os mesmos benefícios para a saúde. 


8. Leite de Soja

The Amazing World of Plant-Based Milks: Soy Milk Choices + Learn How to Make it Yourself!


O leite de soja contém ómega-6 ácidos gordos omega-3, que ajudam a baixar a pressão arterial e  a reduzir o colesterol, para além de que ajuda a proteger contra doenças cardiovasculares e neurológicas. É uma excelente fonte de cobre, ferro, magnésio, manganês, fósforo e zinco, ajudando a controlar a pressão arterial, melhorar a oxigenação do sangue e proteger contra outras doenças. Há um número inacreditável de marcas de leite de soja no mercado, actualmente, todos oferecendo uma enorme variedade de produtos de leite de soja. 

Há um punhado de outros leites de origem vegetal, incluindo caju e quinoa, embora estes são muito mais difíceis de obter. Às vezes, porém, é possível encontrá-los misturado com outros grãos e nozes, como amêndoas ou arroz. Boa sorte em suas aventuras sem lactose!



http://www.onegreenplanet.org/vegan-food/the-ultimate-guide-to-dairy-free-plant-based-milks/


segunda-feira, 10 de junho de 2013

Os perigos do Leite


Todos aqueles anúncios "Got Milk?"  da última década ou assim querem nos fazer crer que leite é um dos pilares de uma dieta saudável, fornecendo nutrientes essenciais, fortalecendo os ossos, e nocauteando osteoporose pela esquerda e direita. Mas ... isso é verdade? É necessário consumir laticínios ou mesmo saudável para a maioria das pessoas?
A verdade é que, laticínios podem levar a inúmeros problemas de saúde e, para muitos, pode causar mais mal do que bem, por isso aqui:

É altamente inflamatório.

Laticínios são um dos alimentos mais inflamatórios em nossa dieta moderna, perdendo apenas para glúten. Eles provocam inflamação numa grande percentagem da população, o que resulta em problemas digestivos, tais como flatulência, gases, prisão de ventre, e diarreia, assim como outros sintomas, incluindo acne, e uma apresentação mais forte do comportamento autista.

O que é faz com que os produtos lácteos provoquem uma resposta inflamatória? Terá toda gente intolerância à lactose? Existem dois componentes de produtos lácteos, que tendem a causar problemas para as pessoas: (1) o açúcar e (2) as proteínas.

As pessoas que são intolerantes à lactose não produzem a enzima lactase, que é necessária para quebrar a lactose, um açúcar encontrado no leite, causando problemas digestivos, sempre que consumir produtos lácteos. As pessoas que não produzem a enzima lactase, mas ainda reagem mal ao leite estão respondendo às duas proteínas encontradas no leite, a caseína e whey. A caseína é uma proteína com uma estrutura molecular muito similar ao glúten e 50% das pessoas que são intolerantes ao glúten são também intolerantes à caseína.

É acidificante.

Nossos corpos gostam de manter um equilíbrio de pH neutro: não muita acidez, nem muita alcalinidade. O Leite, como a maioria dos produtos de origem animal, é um alimento acidificante, ou seja, sempre que você consumir laticínios, seu corpo deve compensar o aumento da acidez, a fim de restabelecer um equilíbrio pH neutro.
Ele faz isso puxando das  "reservas" alcalinas que mantém na mão, na forma de cálcio, magnésio e potássio, que são armazenados em seus ossos. Puxando a partir dessas reservas enfraquece os ossos, deixando-os mais suscetíveis a fraturas e rupturas, ou seja, o leite não pode ser uma grande ferramenta de prevenção contra a osteoporose como nos foi dito. De fato, a pesquisa mostrou que os países com a maior taxa de consumo de laticínios também têm o maior índice de osteoporose.




É frequentemente cheios de hormônios e antibióticos

Muitas vezes, quando as pessoas bebem leite estão consumindo muito mais do que apenas leite. Produtores de leite americanos têm vindo a  injetar vacas com hormona de crescimento bovino geneticamente modificado chamado rBGH para aumentar a produção de leite. Este aumento forçado na produção de leite, muitas vezes leva a uma infecção do úbere das vacas chamados mastite, que é depois tratado com doses de antibióticos, que por sua vez passam para os produtos lácteos.

Todas estas preocupações sobre os benefícios para a saúde e segurança dos produtos lácteos podem levar a ainda mais perguntas. Serão todos os laticínios ruins, serão as fontes alternativas de laticínios melhores? Onde eu vou buscar o meu cálcio se não a partir de leite? Vamos dar uma olhada nesses:

E sobre o leite de cabra e leite de ovelha?

Algumas pessoas que optam por eliminar o leite de vaca de sua dieta, ainda desfrutam de leite de cabra ou de ovelha, uma vez que acham que é muito mais fácil de tolerar. Embora estes têm um teor de lactose semelhante ao leite de vaca (ou seja, se você é intolerante à lactose, que não vai ser mais fácil de digerir) eles têm um tipo diferente de proteína caseína, o que os torna mais fácil de lidar para as pessoas caseína-sensíveis .

Caseína existe em duas variantes, beta-caseína A1 e A2 da beta-caseína, que são diferenciados por um único aminoácido nas suas cadeias proteicas. A2 é considerado o original beta-caseína A1 porque só apareceu há alguns milhares de anos atrás, depois de uma mutação ocorrida em rebanhos de vacas européias, e as pessoas reagem mal à A1 beta-caseína. O leite de cabra e leite de ovelha não têm a A1 beta-caseína, que é o que os torna mais tolerável, mas porque as proteínas A1 e A2 são tão semelhantes, estes leites podem ainda causar problemas para alguns.

E sobre o leite orgânico ou cru?

Se você não for  sensivel á caseína , e ainda querer consumir leite de vaca, uma opção mais saudável e menos química  pode ser orgânico ou leite cru. Esses tipos de leite normalmente vêm de vacas que não foram injetados com rGBH e que não foram tratadas com antibióticos, o que elimina a preocupação destes produtos químicos irem parar no seu leite.

O leite cru, embora controverso, tem muitos benefícios de saúde que o leite pasteurizado não tem. O processo de pasteurização, que tem por objectivo matar as bactérias nocivas, mata também muitas das  enzimas que ocorrem naturalmente no leite . Na verdade, uma das enzimas presentes no leite cru que está faltando no leite pasteurizado é a enzima lactase, ou seja, pessoas que são intolerantes à lactose são realmente capazes de beber leite cru, pois contém a enzima necessária para quebrar a lactose seu corpo é incapaz de produzir.

O que você deve fazer se você acha que é sensível aos laticínios?

Em última análise, a decisão de se deve ou não consumir laticínios cabe a você. Tente eliminar 100% de produtos lácteos de sua dieta por 30 dias e prestar atenção em como seu corpo reage. Em seguida, tente reintroduzir laticínios em suas diferentes formas e fontes e perceba como você reage.

Se você decidir  eliminar o leite, não tenha medo, há uma abundância de outras fontes naturais de cálcio que você pode incorporar em sua dieta!


10 fontes não-lácteas de cálcio

amêndoas
couve
laranjas
Collard Greens

brócolis
figos
espinafre
Arroz enriquecido, amêndoa, cânhamo e leite de coco
sementes de gergelim
tofu

DR. AMY MYERS

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