segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

FAO alerta que 70% das doenças humanas recentes têm origem animal


Maioria das doenças infeciosas que apareceram em humanos têm origem em animais saudáveisFAO alerta que 70% das doenças humanas recentes têm origem animal

16 de dezembro de 2013 - 15h24

Setenta por cento das doenças humanas que apareceram nas últimas décadas são de origem animal e devem-se em parte à procura de alimentos de proveniência animal, conclui a FAO, que defende uma abordagem diferente a estas ameaças.

Num relatório hoje publicado, a agência da ONU para a Alimentação e a Agricultura diz que é necessária uma abordagem mais 'holística' para a gestão das ameaças relacionadas com doenças na ligação entre animais, humanos e ambiente.

"O aumento da população, a expansão agrícola e a existência de cada vez mais cadeias de abastecimento alimentar globais alteraram dramaticamente a forma como as doenças emergem, como passam de uma espécie para outra e como se espalham", alerta o relatório, intitulado "World Livestock 2013: Changing Disease Landscapes".

O diretor-geral adjunto da FAO para a Agricultura e a Proteção do Consumidor, Ren Wang, escreve no prefácio do documento que a contínua expansão dos terrenos agrícolas, a par de uma explosão mundial da produção de gado, significa que "os animais de criação e os animais selvagens estão cada vez mais em contacto uns com os outros" e os próprios humanos estão "mais em contacto com animais do que nunca".

"O que isto significa é que não podemos lidar com a saúde humana, a saúde animal e a saúde dos ecossistemas isoladamente - temos de olhar para elas juntas, e abordar as causas do aparecimento das doenças, a sua persistência e a sua expansão, em vez de nos limitarmos a combatê-las depois de aparecerem", diz.

Segundo o relatório da FAO, a maioria das doenças infeciosas que apareceram em humanos desde a década de 1940 terão origem em animais saudáveis.

É provável, exemplifica a organização, que o vírus da Síndroma Respiratória Aguda Severa (SARS) nos humanos tenha sido inicialmente transmitido por morcegos a civetas, tendo passado destas para humanos através de mercados de animais.

Em outros casos, acontece o oposto, e o gado transmite doenças a animais selvagens, afetando a saúde na natureza.

Por outro, a mobilidade humana é maior do que nunca e o volume de bens e produtos transacionados a nível internacional atingiu níveis sem precedentes, o que permite aos agentes patogénicos viajar pelo mundo com facilidade, recorda a FAO.

O estudo agora publicado foca-se em particular em como as mudanças na forma de criar e comercializar animais afetou a emergência e transmissão de doenças.

"Os muitos desafios discutidos nesta publicação requerem uma maior atenção à prevenção", pode ler-se no relatório. "A atitude de deixar tudo como está já não é suficiente".

A FAO advoga por isso uma abordagem de "Uma Saúde", que olhe para as interligações entre fatores ambientais, saúde animal e saúde humana, juntando profissionais de saúde, veterinários, sociólogos, economistas e ecologistas para trabalhar estes assuntos.

Lusa

domingo, 22 de dezembro de 2013

COMO FAZER DESINTOXICAÇÃO DO FÍGADO?

8 Conselhos rápidos para um fígado mais saudável

O fígado é um dos órgãos mais importantes e maiores do corpo humano. Ele desempenha um papel essencial na metabolização de nutrientes assim como na limpeza de substâncias toxicas ao organismo.


figado
O fígado e um orgão vital pa o organismo humano. Manter um fígado saudável é um fator chave para o bem estar físico e mental. O bom funcionamento do fígado reflete-se não só a nível interno como externo através da pele.

O que pode fazer para melhorar a saúde do fígado?

1. Cortar com o tabaco e o café e álcool. Eles contém substancias químicas nocivas que provocam um stress desnecessário às funções hepáticas.
agua
2. Beber mais água.
organico
3. Comer comidas orgânicas. Os produtos não orgânicos muitas vezes contêm substâncias quimicas como pesticidas, hormonas ou antibióticos que se tornam mais difíceis de processar transformando-se por isso numa carga extra para as funções hepáticas.
dormir
4. Dormir mais. É durante o sono profundo que o fígado inicia o seu processo de limpeza do organismo. Deitar cedo e sempre à mesma hora é a melhor forma de ajudar o fígado a estabelecer o seu ciclo de rotina diária de desintoxicação.
O sucesso da função hepática durante a noite fa-lo-à também sentir-se melhor ao acordar.
5. Utilize os benefícios das ervas naturais. O chá de raiz de dente de leão é tido como um bom ajudante na regeneração das células do fígado, assim como um estimulante do funcionamento renal.
verdes
6. Aumente o consumo de legumes verdes. Principalmente legumes de folha como os espinafres. Estes ajudam a balançar a acidez do organismo assim como a melhorar a textura e brilho da pele.

abacate7. Coma mais abacate. O abacate promove a saúde do fígado através do seu composto glutationa que não só combate o envelhecimento como promove o rejuvenescimento celular protegendo o fígado contra toxinas e potenciando o seu poder de limpeza.
8. Raíz de curcuma. A curcuma, tumérico ou gengibre amarelo é um poderoso adjuvante na saúde do fígado protegendo-o de danos causados por substâncias toxicas e ativando a regeneração das células danificadas.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Tomar leite é saudável? Parte 3


Alex Costa Guimarães *
Antes uma reflexão sobre a ação psíquica dos alimentos no indivíduo.
Todos conhecem uma receitinha básica para mexer com as emoções. Bons exemplos: canela para deixar a pessoa mais comunicativa, ou adicionar pimenta para aumentar a excitação de uma forma geral e espantar a apatia.
A ação psíquica dos alimentos no ser humano é uma área relativamente nova no ocidente, ao passo que no oriente (China, Índia e Japão), através de suas medicinas tradicionais, já é de vasto conhecimento.
No ocidente surgiu a nutrigenoma, ciência que estuda como os componentes da dieta interage com os genes, ou seja, como a alimentação regula a expressão ou função dos genes. A expressão da informação genética pode ser altamente dependente e regulada pelos macronutrientes, micronutrientes e fitoquímicos existentes nos alimentos.
Nas Medicinas Tradicional Chinesa e Ayurvédica essa percepção já existe há mais de 6000 anos.
É óbvio que é importante conhecer bem a fundo os alimentos, pois eles formam nossa base corporal, emocional, mental e espiritual. Todo mundo sabe que depois de comer um belo prato de feijoada torna-se bastante difícil realizar, com qualidade, uma demanda intelectual e, não me refiro apenas a astenia pós-prandial, mas a ação da feijoada sobre a mente.
A polêmica do consumo do leite e laticínios
Para entender a polêmica do leite como alimento, precisamos entender sua origem, sua fonte.
Vejamos. Os bovinos têm um perfil psicológico bem claro:
São animais gregários porque vivem em grupos (manadas). Aqueles que ficam isolados tornam-se estressados e agressivos. Só as vacas prenhes é que se isolam e não ficam estressadas particularmente por estarem grávidas.
Mesmo precisando viver em grupo, disputam fortemente entre si, por seus recursos, principalmente se não houver pasto (comida) suficiente. Apresentam vários padrões de organização social que acaba contribuindo para reduzir os efeitos de uma possível competição negativa.
Os bois definem sua área de "trabalho" àquele local onde irá comer e descansar. Ou seja, eles não se dispersam ao acaso, como se poderia imaginar. Lembrar que não ficam longe uns dos outros, mas não querem que essa proximidade atrapalhe sua sobrevivência.
O boi, de um modo geral, permite que outros bois entrem em sua área de trabalho. Portanto, não defendem seu território e todos podem pastar e descansar.
Apesar dessa aparência dócil (já que não atacam quando invadem seu território), o boi é bastante agressivo quando se trata de determinar quem vai mandar em quem. Geralmente é o peso, idade e raça que determina quem será o líder. Não será a inteligência, a sagacidade ou uma técnica especial de sobrevivência como ocorre com outros animais.
O rebanho se comporta como se fosse um único corpo. A maioria da manada apresenta o mesmo comportamento ao mesmo tempo. O líder da manada, inicia um deslocamento ou mudanças de atitudes e todos o seguem. Geralmente as vacas é que lideram o grupo (interessante!).
Quando eles ficam muito próximos uns dos outros, sempre há o despertar da libido em um ou outro animal que tenta copular ali mesmo no meio da confusão do toque da boiada. Ou seja, a proximidade desperta sensações bem instintivas, não importa o lugar e a hora.
Quando se diz que o boi realiza alguma estratégia, isso não quer dizer que ele utilizou sua consciência e projetou um plano de ação (como os golfinhos fazem), mas seu instinto é que os guia e, isso faz parte da sua genética. Ou seja, seu padrão comportamental é determinado totalmente pelos seus genes, sem comando dos seus instintos como ocorre com outros animais.
O leite de vaca x Ser Humano
O leite, como fonte de alimentação do bezerro, é para deixá-lo forte, musculoso em pouco tempo. O mesmo pode ocorrer com o Homem?
Claro que sim, o leite pode aumentar a massa muscular do ser humano como acontece com o gado. PORÉM, será que é só isso que ele provocará no ser humano?
Hoje em dia sabemos que os alimentos influenciam fortemente na replicação do DNA e, alterar a massa muscular através do consumo de laticínios é o mesmo que estar manipulando o DNA. Só que nessa manipulação ingênua, alteramos nosso padrão comportamental.
Se trocarmos a palavra “boi” por "algum tipo de ser humano", e analisarmos cada informação acima, identificaremos uma parcela da população que não consegue ficar sozinha consigo mesma, nem por uns instantes, pois elas ficam ansiosas, depressivas e agressivas. Precisam estar constantemente dopadas pelo barulho, ouvindo um rádio, comprando um aparelho ou artefato da última moda.
Tem pessoas que estão sempre andando em grupos, ‘curtindo’ modismos, e que sucumbem às tendências ocultas que movem o mundo. Elas nem se apercebem que estão fazendo parte de uma grande manada humana.
Elas só querem saber de comer, beber, dormir e fazer sexo. Tendo essas necessidades básicas satisfeitas, não querem nada além disso. São pessoas que não almejam nada além dos limites de sua zona de conforto. Odeiam quem está do seu lado, falam até mal, mas não querem se isolar. Sabe aquele típico ser homem que só pensa em mulher, futebol e cerveja? 
Atenção: não estou falando de gostos, mas de comportamento. É diferente. A pessoa pode gostar de tudo isso e ainda assim não viver em função disso, certo?
Para todas essas pessoas, eu não retiro o leite e seus derivados da dieta, pois não vai fazer diferença. A NÃO SER que ela já esteja com um problema físico em andamento (alergias, fobias, gastrites, refluxo, obesidade, síndrome do pânico etc.).
Para pessoas que buscam a si mesmas, questionam a vida e as estruturas da consciência, buscam na natureza seu conforto espiritual, para essas sim, eu recomendo a retirada dos laticínios de sua alimentação. Estas estão deixando de fazer parte da manada, precisam se individualizar.
Pelo mesmo motivo, proponho retirar os laticínios da dieta das pessoas que se drogam, mas desejam parar com isso: estão tentando sair do contexto de cardume ou manada.
Também não recomendo o consumo de leite e derivados para os autistas e portadores da síndrome de down.
Em síntese: se o indivíduo quer mudar sua maneira de enxergar a vida, quer ter a capacidade de dizer NÃO às imposições do sistema social, aos seus vícios (fumar, beber, zona de conforto, comer, drogas etc.) e quer ter suas próprias sinapses, eu não recomendo o consumo do leite e lacticínios.

Leite é saudável? Parte 3
A fonte é o www.vponline.com.br, um site de consultoria nutricional cuja missão é construir, aplicar e difundir o conhecimento científico da Nutrição Funcional em todas as esferas sociais, econômicas, políticas, técnicas, de forma ética e promovendo a saúde como vitalidade positiva.
Trata-se de um artigo claro, objetivo e, pautado por 82 referências científicas, que podem ser melhor acessadas diretamente no site da VP, por profissionais da saúde que se cadastrem no mesmo. Antes de dar sequência ao texto, manifesto aqui minha alegria e sintonia com a VP por brilhante trabalho de pesquisa. Conceição Trucom
É comum a discussão de que nenhum mamífero consome leite (e muito menos de outra espécie) após a amamentação. Porém, mais que este argumento, é fundamental entender o processo de evolução da espécie e as reações fisiológicas que o leite desencadeia para chegarmos a uma conclusão sensata se este é um alimento inofensivo ou pode realmente trazer malefícios (1, 2).
O consumo de lacticínios se tornou possível somente após a domesticação dos animais [6100 a 5500 anos atrás (3), sendo que o leite é, portanto, um alimento relativamente recente na alimentação do ser humano (cujo genoma não sofreu alterações significativas nos últimos 11.000 anos (1,2,4-20)], o que explica o porquê de cerca de 75% da população adulta mundial apresentar hipolactasia após o desmame (1, 21) [o que pode resultar em intolerância à lactose, que se caracteriza por diversos sintomas de ordem gastrointestinal (22) – como flatulência, cãibras intestinais, dor e inchaço abdominais, náuseas, vômitos e diarreia].
Além disso, há a questão de o leite ser um alimento potencialmente alergênico. Já foram identificadas mais de 25 frações proteicas alergênicas no leite de vaca, dentre elas, as mais alergênicas são: soro-albumina, gama-globulina, alfa-lactoalbumina, beta-lactoglobulina e caseína (23).
A alergia alimentar clássica é mediada pelo IgE, com prevalência de 6 a 8% na infância (24). Entretanto, a maior porcentagem de alergia alimentar ao leite de vaca é mediada pelo IgG, podendo desencadear sintomas de 2 horas a 3 dias após o contato com os alérgenos (reação tardia), sendo portanto, de difícil diagnóstico (25).
Diversos estudos comprovaram a relação de alergia tardia (25, 26) principalmente ao leite de vaca com otite (27), dermatite, rinite (28), sinusite, bronquite asmática (29), amigdalite, obesidade (30), aumento da resistência à insulina, aumento na formação de muco, gastrite, enterocolite, esofagite, refluxo, obstipação intestinal (31), enurese, enxaqueca (32), fadigas inexplicáveis, artrite reumatoide (33), falta de concentração, hiperatividade (ADHD)(34), dislexia, ansiedade e até mesmo depressão (25).
Entretanto, as proteínas do leite também podem induzir sintomas associados à doença celíaca (doença autoimune caracterizada pela intolerância ao glúten) em alguns pacientes que têm esta intolerância (35).
Outros estudos já relacionaram também o consumo de leite de vaca com diversas alterações metabólicas como hiperinsulinemia e resistência à insulina (36,39) que é alteração metabólica encontrada como base de diversas patologias como diabetes tipo 2, hipertensão, dislipidemia, obesidade abdominal, estado pró-trombótico e síndrome do ovário policístico (40). Veja a comparação entre índice glicêmico e resposta insulinêmica de leite e derivados e o pão branco (Figura 1, 41).
Estudo de revisão realizado por Melnik (2008)(42) propõe que o consumo da proteína do leite induz hiperinsulinemia pós-prandial, alterando a relação hormônio de crescimento/fator de crescimento semelhante à insulina (IGF-1), com aumento constante dos níveis sanguíneos de IGF-1, que por sua vez está envolvido com a regulação do crescimento fetal, maturação das células-T no timo, crescimento, aparecimento de acne, aterosclerose, diabetes, obesidade, câncer e doenças neurodegenerativas. Ou seja, o consumo de laticínios poderia afetar a saúde humana nas diferentes fases da vida, promovendo o desenvolvimento de doenças crônicas.
Além deste fator, outra dificuldade encontrada são as embalagens dos leites. Em um estudo, foi observado que há migração de bisfenol A em latas de fórmulas infantis para o alimento, mesmo em temperatura ambiente, sendo que esta contaminação ocorre dentro do prazo de validade destes produtos (43), o que a longo prazo pode causar uma toxicidade que pode levar ao aparecimento de alterações metabólicas como: puberdade precoce, infertilidade, esteatose hepática, resistência à insulina, diabetes, obesidade (44).
Outros estudos também encontraram relação com câncer, principalmente de ovários (45-47), testículos (48) e próstata (49-50), doença de Parkinson (51-53), doenças cardiovasculares (54-56), artrite reumatoide (57), diabetes tipo 1 (58-73), esclerose múltipla (74-78) e, inclusive, osteoporose (79-81), apesar de estudos de curto prazo referirem beneficio neste caso (82).
Portanto, o consumo do leite de vaca é algo que deve ser avaliado individualmente, considerando também os efeitos metabólicos desencadeados e não apenas a qualidade nutricional do mesmo, inclusive porque existem outras boas fontes de proteína e cálcio na alimentação humana.

Leite é saudável? Parte 2
Dr. Jorge Esteves *
Nenhuma doença tem uma única causa e nem pode ser realmente curada até se descobrir todas as suas causas: o que a provoca, as diferenças de pessoa para pessoa. Ou seja, uma mesma causa pode gerar diversas doenças, que dependem de outras condições (atenuantes ou agravantes) que possam estar combinadas, bem como de cada pessoa em particular, inclusive de cada momento da mesma pessoa.
Isto é facilmente perceptível no caso das doenças causadas pelos laticínios. Muitas vezes é suficiente eliminar por completo o consumo de laticínios para que desapareçam em um curto prazo as doenças que relacionamos mais abaixo, o que é uma prova da co-relação e da causa e efeito. Isto pode ainda ser reconfirmado com o retorno do consumo de laticínios, que mesmo mínimo ou ocasional, a doença reaparece.
Mas, se não for suficiente a eliminação dos laticínios da dieta para acabar com a doença, deixando os laticínios, pelo menos, não estaremos jogando mais combustível na fogueira. O desafio então será procurar todas as outras causas que contribuem à doença e desenhar a melhor estratégia para eliminá-las e assim permitir que, em forma complementar, torne a operar plenamente a Força Natural da Saúde e auto-cura.
Experimente eliminar completamente os laticínios da sua dieta pelo menos durante três meses, e tire suas próprias conclusões. Seu corpo certamente não irá lhe mentir.
Mas por favor, não deixe de consumir os laticínios sem deixar de consumir os produtos à base de carne, nem deixe a carne sem deixar os laticínios, porque o remédio pode ser pior do que a doença.
Se você acredita que os laticínios são insubstituíveis para a contribuição do cálcio, só responda a seguinte pergunta: de onde a vaca tira o cálcio existente no leite?
As fontes vegetais são melhores do que as fontes animais, também para seres humanos, incluindo o bebê, com exceção do leite da sua mãe. Também não fique com temor da osteoporose pelo fato de deixar de consumir laticínios, pois no lugar de evitá-la, os laticínios são parte da causa desta doença.
As provas são irrefutáveis. O estudo Cornell, a maior investigação científica de nutrição da história, feita pela Universidade Cornell de Oxford, e pelo Ministério da Saúde da China, revelou que em áreas rurais da China, onde não se conhecem os laticínios, quase não há registros de casos de osteoporose. E que onde se concentra o maior consumo de leite no mundo (Suíça, França, Dinamarca, EUA, etc.) é exatamente onde existe maior número de casos de osteoporose.
Tem sido demonstrado que os laticínios tiram muito mais cálcio do que fornecem, e que o cálcio “assimilado” é depositado em locais inadequados: bicos de papagaio na artrite, calcificações nas juntas e mamas, pedras nos rins e cálculos biliares, placas de osteroma calcificadas que causam obstrução nas artérias, cataratas nos olhos, etc.
Se o seu médico não concorda com esta visão dos problemas de consumo dos laticínios, convide-o para que se atualize, mas procurando informações realistas e independentes de interesses comerciais.
Saiba que, em última análise, você decide, porque o corpo é seu, porém não se esqueça de que aprendendo a se alimentar, você poderá fazer muitos pratos deliciosos sem laticínios e sem carne, para continuar desfrutando da vida e seus prazeres, durante mais tempo e com melhor saúde.
Vejamos as doenças que direta e indiretamente podem estar sendo causadas pelo consumo de leites e derivados de origem animal.
1. DOENÇAS RESPIRATÓRIAS
2. DOENÇAS DIGESTIVAS
3. DOENÇAS GENITOURINARIAS E MAMÁRIAS
4. DOENÇAS NEUROLÓGICAS, ALÉRGICAS E AUTO-IMUNE
5. DOENÇAS DA pele, cabelos, unhas E tecidos CELULARES SUBCUTÂNEO
6. DISLIPIDEMIAS E DOENÇAS CARDIOVASCULARES
7. DOENÇAS INFECIOSAS
8. DOENÇAS ENDÓCRINAS
9. CANCRO, tumores E doenças HEMATOLÓGICAS BENIGNOS
10. DOENÇAS OFTALMOLÓGICAS E OTORRINOLARINGOLOGICAS
11. DOENÇAS REUMÁTICAS OSTEOARTICULARES
12. OUTRAS doenças COMO AIDS sem HIV
Tipos dos mecanismos fisiopatológicos que geram estas doenças a partir do consumo de produtos lácteos:
  • * Reações alérgicas vinculadas com suas proteínas;
  • * Auto-imunidade e esgotamento imunológico relacionado com suas proteínas;
  • * Desenvolvimento de ambiente propício aos micróbios pelo excedente protéico (sementeira);
  • * Depósitos múltiplos, anômalos do excedente das proteínas, como bactérias e fungos (por exemplo por uso imprudente de antibióticos ante estas infecções). Também depósitos de cálcio em lugares múltiplos e anormais (pontas de papagaio, cálculos, calcificações mamárias,etc.);
  • * Gorduras saturadas e colesterol, por ação direta e indireta;
  • * Hidratos de carbono, como a conhecida intolerância à lactose;
  • * Outros componentes naturais: fator do crescimento epitelial responsável na geração da maioria dos cancros, toxicidade por excesso de vitamina D, fator X ou Xantino Oxidasa, mais importante que o colesterol e os triglicérides como fator causador de infartos e arteriosclerose;
  • * Vírus, bactérias, fungos ou parasitas presentes nos laticínios;
  • * Aditivos e conservantes nos laticínios e suas embalagens;
  • * Contaminantes naturais como por exemplo aflatoxinas;
  • * Contaminantes dos tratamentos feitos às vacas, como alimentos e rações (transgênicos ou pastos contaminados), antibióticos, hormônios, DDT, etc. e;
  • * Roubo de nutrientes (cálcio, outros minerais, vitaminas e proporção inadequada, cálcio/fósforo).  
Texto traduzido e adaptado por Conceição Trucom do artigo escrito pelo Dr. Jorge Esteves (original em espanhol): Leite, queijo, outros laticínios e as 100 doenças que causam - Publicado na revista Argentina Holisticamente - Ano 1, 1 ª edição (7/10/97), pág. 15 a 18.

LEITE É SAUDÁVEL?


www.notmilk.com *
Sim, o leite é o "alimento perfeito" da mãe natureza... para um bezerro, que nasce com 35 kg, de uma mãe com 200 kg, até que seja desmamado!
Tudo o que você sabe sobre leite de vaca e laticínios é, provavelmente, parte de condicionamentos culturais e MITO da indústria leiteira. O leite de vaca é um fluido insalubre de animais, na maioria das vezes, doentes que contém uma gama ampla de substâncias perigosas e causadoras de alergias, intoxicações e doenças, com efeito prejudicial e cumulativo sobre todos os humanos que o consomem.
TODO leite de vaca contém 59 hormônios ativos, vários alergenos, gordura saturada e colesterol. A maior parte do leite de vaca contém quantidades mensuráveis de herbicidas, pesticidas, dioxinas (até 2.200 vezes o nível aceitável), até 52 antibióticos, sangue, pus, fezes, bactérias e vírus. O leite da vaca pode conter ainda resíduos de tudo o que a vaca come, inclusive coisas como radiativos de testes nucleares. E, muita adrenalina e dor, pois a vaca escuta o seu bezerro chorar 24 horas/dia, já que o leite que seria do bezerro é praticamente todo direcionado para o consumo humano.
O leite de cada um dos mais de 4.700 mamíferos da face da terra é formulado especificamente para a sua espécie. Neles encontramos lactoferrinas e imunoglobulinas, agentes imunizantes específicos de cada animal, que funcionam como alergenos para seres humanos.
Combustível de tumores
Daqueles 59 hormônios do leite, um é o poderoso hormônio do CRESCIMENTO chamado IGF-1 (Insulin-like Growth Factor One - Fator de Crescimento similar à Insulina). Por uma curiosidade da natureza ele é idêntico no leite das vacas e dos humanos. Considere que este hormônio serve de "combustível" para qualquer crescimento acelerado, entre eles os tumores e cânceres.
A medicina já considera que o IGF-1 é um fator-chave no crescimento rápido e na proliferação dos cânceres de seio, próstata e cólon (intestino grosso), e suspeita-se que, provavelmente, pode promover TODOS os cânceres, entre eles os de estômago.
IGF-1 é componente natural de TODO leite, pois sua função é exatamente que o recém-nascido cresça com rapidez. Nós consumidores e responsáveis pelas crianças não pensamos a esse respeito, porque não temos a mínima idéia do problema, assim como muitos pediatras e médicos. Ver em http://www.notmilk.com/igf1time.txt - uma cronologia)
MONSANTO e o PosilacA indústria química Monsanto, investiu cerca de meio bilhão de dólares para inventar uma injeção que fizesse as vacas produzirem MAIS leite. Com esta injeção as vacas aumentam sua produção de leite de 10 a 40%. Que loucura: dá para ser saudável um alimento obtido com tal crueldade? E, o Posilac induz um aumento na concentração natural de IGF-1 em até 80%. E mais, com este aumento de produção, aumentam os quadros de mastite, portanto infecções, sangue e pus no leite. A solução? Antibióticos, que ao final terão também seus resíduos no leite. 
O FDA (Departamento que regula a liberação de Alimentos e Remédios nos EUA) insiste que o IGF-1 é destruído no estômago. Se isso fosse verdade, o FDA acaba de informar que amamentar é inútil, porque, dispensando esta informação do capitalismo selvagem, este fator de crescimento FAZ o bezerro e todos os bebês crescerem (com a rapidez que pretende a mãe natureza), mesmo com o seu leite passando pelos seus estômagos.
Digamos que, realmente parte deste IGF-1 seja destruído pelo estômago dos não-bebês, mas certamente parte permanesce ativo pois, como explicar a altura (e pés grandes) da geração já rotulada de " geração iogurte", alimentada com leite achocolato, danoninho, yakult, etc?
CÁLCIO - E o Magnésio?Onde as vacas arranjam cálcio para seus pesados ossos, fartos músculos e leite para seus bezerros de 35 kg? Sim, das plantas! O cálcio que consomem das plantas vem acompanhado de farta quantidade de magnésio (presente na clorofila), fundamental para que o organismo assimile corretamente o cálcio.
O leite de vaca tem três vezes mais cálcio que o leite humano. Mas não importa, são números que não dizem muito, porque para o cálcio ser assimilado PRECISA haver quantidade equivalente de MAGNÉSIO, como existe nas folhas verdes que as vacas comem. O leite só tem magnésio suficiente para que se absorvam cerca de 11% do cálcio total (33 mg/xícara).
A questão é que enquanto a vaca amamenta seu bezerro, ela segue comendo folhas verdes, que complementam a proporção ideal de magnésio. Boa idéia para as mães que amamentam, tomarem seus sucos verdes uma ou mais vezes/dia.
Ou seja, o melhor substituto do leite são os SUCOS VERDES. Precisamos esquecer que leite, depois da fase de amamentação, precisa ser branquinho: ele precisa mesmo é ser verdinho!
Curioso: as nações com maior de consumo de leite e laticínios também têm o maior índice de osteoporose e fraturas ósseas. Prova? Que tal um estudo controlado de 78.000 enfermeiras num período de 12 anos?
PROTEÍNA & O MITO 
O leite pode ser considerado "carne líquida" por causa de seu alto conteúdo de proteína que, em conjunto com outras proteínas, pode na verdade TIRAR cálcio dos ossos e dentes. Pois a digestão da proteína animal exige grande produção de ácido clorídrico, que irá seqüestrar sais ricos em cálcio, magnésio e ferro, acidificando todo o metabolismo, desmineralizando-o por completo. Países que consomem dietas ricas em proteínas de origem animal (carnes, leite e laticínios) apresentam as taxas mais altas de osteoporose e fraturas ósseas.
Dividido em seus grupos básicos, LEITE INTEGRAL é: 87% de água + 3,25% de Gordura + 4% de Caseína + 1% de outras proteínas + 4,75% de outras substâncias.
Assim, 80% da proteína do leite é a caseína. Mas, a caseína é um alergeno poderoso, uma histamina que ativa – via reação alérgica - a produção de grande quantidade de muco. Ou seja, quanto maior o consumo de lácteos, maior será a produção de mucos, meio de cultura para microorganismos oportunistas=inflamações, que desencadeiam infecções. Dá-lhe antibióticos!
DIABETES
A proteína lactalbumina já foi identificada como fator-chave da diabetes, sendo o motivo fundamental para NÃO se oferecer leite de vaca aos lactentes.
PASTEURIZAÇÃO - HOMOGENEIZAÇÃO - BACTÉRIAS e PUS Normalmente o leite é pasteurizado (72°C/15 segundos e resfriamento instantâneo), porém, ao voltar à temperatura ambiente o número de bactérias no leite DOBRA a cada 20 minutos. Pasteurização? Ledo engano!
Cada ml de leite de vaca comercial pode ter até 750.000 células somáticas (conhecidas como pus) e 20.000 bactérias vivas, antes de ser retirado do mercado. Isso chega a espantosos 20 milhões de bactérias vivas e a 750 milhões de células de pus/litro.
A Comunidade Européia e o Canadá só permitem 400.000.000 células de pus/litro. Em geral esses níveis são mais baixos, mas não admira colocarem soda para a conservação do leite.
A homogeneização (processo mecânico para evitar a formação de nata), quebra moléculas grandes de gordura em partículas menores que PASSAM para a corrente sangüínea! Isso se transforma numa auto-estrada para quaisquer toxinas carreadas pela gordura (chumbo, dioxinas etc.) chegarem a seus órgãos que, antes, eram os mais bem protegidos.
DOENÇA DE CROHN
A paratuberculose por micobactérias provoca uma doença bovina conhecida como "Mal de Johne". Vacas diagnosticadas com esta doença têm diarréia e intensa eliminação fecal de bactérias. Estas bactérias se multiplicam no leite, e não são destruídas pela pasteurização. Às vezes, as bactérias vindas do leite passam a crescer no hospedeiro humano, e daí resulta a Síndrome do Intestino Sensível ou Doença de Crohn.
EFEITOS CUMULATIVOSComo isso afeta seres humanos que consomem diariamente leite de vaca e laticínios ao longo de toda sua vida?
Alergias Respiratórias (maiores vítimas são as crianças), alergias de pele e outras, obesidade, doenças cardiovasculares, câncer, problemas digestivos, diabetes, resistência a antibióticos, problemas comportamentais e quadros de intoxicação generalizada, fazendo com que tudo isso acabe armazenado na gordura HUMANA...
Os que resistem a acreditar devem ler mais, se informar e perceber que a MAIORIA da população mundial NÃO tolera a lactose. Até 95% da população negra e cerca de 53% dos hispânicos.
Abaixo o mito de que o leite de vaca é o alimento perfeito da natureza para seres humanos!
QUESTÃO DE BOM SENSO
Onde estava esta campanha maciça de "leite é o máximo" antes da refrigeração, da pasteurização e do transporte em massa? Quando as vacas produziam só o leite segundo a necessidade natural do seu bezerro, a "sobra" era rapidamente transformado em MANTEIGA e um queijinho! Agora que as mesmas vacas foram "bombadas" com injeções de Posilac para produzir até 40% a mais de leite/dia (seguem as pesquisas de novas drogas), de repente os lácteos se tornaram um "alimento básico" do cotidiano. COMO É QUE É?
E para aumentar o engodo, agora está na moda o SORO do leite, que é a SOBRA fétida obtida após a extração da GORDURA e CASEÍNA do leite. Os principais componentes do soro são a albumina sérica bovina e a lactoalbumina. Há outros hormônios contidos no soro, além de todas as impurezas solúveis em água: do leite e do processo industrial.
A indústria "do ganhar dinheiro" não pode parar. Efeito dominó sabe? Usam a expressão sustentabilidade para justificar a industrialização do soro do leite e não contaminar os rios. Mas a real sustentabilidade é não consumir lácteos, daí não existirá soro, lixo a ser usado como envenenamento final.
Não existirá a indústria da doença, sendo os problemas respiratórios (mucos) a segunda maior causa da mortalidade infantil. A primeira causa são os problemas congênitos, que, considerando os hábitos alimentares das mães, sei não!?!
Fonte: http://www.notmilk.com - Tradução: Beatriz Medina - Rio de Janeiro

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Cinco passos para alcançar seus objectivos.


1º Passo: Forme uma imagem mental do resultado. Se o objectivo for perder peso, imagine-se todas as manhãs assim que acordar como uma pessoa esguia, forte, cheia de vigor e energia infinita. Quanto mais clara for essa imagem mental, mais eficaz será o processo.

2º Passo: Exerça pressão positiva sobre si mesmo.
A principal razão pela qual as pessoas não cumprem as resoluções que tomam é porque se torna mais fácil agarrarem-se aos seus velhos hábitos. A pressão nem sempre é uma coisa negativa. A pressão pode incentivar-te a alcançar grandes objectivos. As pessoas costumam conquistar coisas magníficas quando estão entre a espada e a parede e são obrigadas a recorrer à fonte de potencial humano que reside dentro delas.

3º Passo: Nunca definas um objectivo sem um prazo. Para que um objectivo tenha vitalidade, precisas de lhe dar um prazo.

Põe por escrito. Um objectivo que não é posto por escrito nem sequer é um objectivo. Compra um diário, qualquer caderno barato de espiral serve. Chama-lhe o Livro dos Sonhos e preenche-o com todos os teus desejos, objectivos e sonhos. Conhece-te a ti mesmo e a tudo o que te define. Divide o teu Livro dos sonhos  em várias secções para os vários objectivos que pretendes alcançar nas diferentes áreas da tua vida.. Por exemplo podes ter uma secção para os objectivos de saúde, outras para os teus objectivos financeiros, outras para os pessoais, relacionamentos amorosos e sociais e acima de tudo uma secção para os teus objectivos espirituais. Outra técnica consiste em preencher o livro dos sonhos com imagens das coisas que desejamos.

4º Passo: Regra mágica dos 21. Os homens e as mulheres sábios deste mundo acreditam que para que o novo comportamento se cristalize num hábito, temos de realizar essa nova actividade durante 21 dias consecutivos.

5º Passo: Aprecia a viagem. É fundamental divertires-te enquanto percorres o caminho em direcção aos teus objectivos. Nunca te esqueças do quão importante é viver com um entusiasmo desenfreado. Mantém-te alegre, curioso e com garra.. mantém-te concentrado na obra da sua vida e ajuda o próximo. O Universo encarregar-se-á do resto.



Fonte: "O Monge que vendeu o seu ferrari"

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

DHANURASANA ou POSTURA DO ARCO


Atitude mental: atenção na região pélvica e sacra

Efeitos: - Muito bom para a coluna vertebral

              - Estimula a actividade endócrina com benefícios para a saúde psicossomática                   em geral
              - Corrige irregularidades menstruais
              - Elimina dores costais derivadas de atividades sedentárias


Efeitos psicológicos: Enriquece a personalidade, dando vivacidade à mente. É psicoestimulante.


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