segunda-feira, 27 de maio de 2013

sexta-feira, 24 de maio de 2013

O lado escuro da comida


A indústria da comida nunca produziu tanta tranqueira. Seu prato polui mais que o seu carro. E estamos sendo envenenados por pesticidas. Ou não? Descubra o que é verdade e o que é mentira nas intrigas que rondam os alimentos





por Claudia Carmello, Barbara Axt, Eduardo Sklarz e Alexandre Versignassi
Frango. Água. Maisena modificada. Soda para cozimento. Sal. Glicose. Ácido cítrico. Caldo de galinha. Fosfato de sódio. Antiespumante dimetilpolissiloxano. Óleo hidrogenado de soja com antioxidante TBHQ. Isso agregado a mais 26 ingredientes é o que conhecemos pelo nome de nugget. A receita é produto de um sistema que faz de lasanha congelada a tomates mais ou menos do mesmo jeito que se fabricam canetas, ventiladores ou motos. É a agropecuária industrial. Ela começa nos combustíveis fósseis. Petróleo carvão ou, mais comum hoje, gás natural são a matéria-prima dos fertilizantes. E os fertilizantes são a matéria-prima de tudo o que você come hoje, seja alface, seja dois hambúrgueres, alface, queijo e molho especial - no pão com gergelim.
Verdade - Fertilizante mata
Mata peixes, não pes-soas. Mas mata. Resíduos de fertilizante vão parar em rios, e daí para o mar. Lá eles fertilizam algas e elas crescem. Mas isso não é bom: quando elas morrem, sua decomposição rouba oxigênio da água. E os peixes sufocam. São as chamadas zonas mortas. Existem quase 400 delas nos mares.

Sem eles para anabolizar as plantações, não haveria comida para todo mundo. O problema é que, com eles, podemos ficar sem mundo. "Na porteira da fazenda, ainda antes do uso, um saco de 100 quilos de fertilizante químico já emitiu 4 vezes esse peso em CO2 para ser fabricado. Depois que aplicam no solo, pelo menos 1 quilo daquele nitrogênio (elemento principal do fertilizante) é liberado para o ar em forma de óxido nitroso, um gás quase 300 vezes pior para o aquecimento global do que o CO2", diz o agrônomo Segundo Urquiaga, da Embrapa. Nessa toada, a agropecuária consegue emitir sozinha 33% dos gases-estufa do mundo, mais do que todos os carros, trens, navios e aviões juntos, que somam 14%.

Além disso, os fertilizantes deixam resíduos debaixo da terra que chegam aos lençóis freáticos e acabam no mar. Mas isso é pouco comparado ao que a comida moderna pode fazer ao seu corpo. Voltemos ao nugget.

VOCÊ É FEITO DE MILHO E SOJA
Os empanados de frango são um dos ícones da indústria de alimentos, baseada, como qualquer outra, em mecanização, uniformização, produtividade. Essas exigências levam a um fato curioso: há quase 40 ingredientes diferentes em um nugget, mas 56% dele é milho.

A maisena é farinha de amido de milho - o ácido cítrico, a dextrose, a lecitina, tudo é feito com moléculas desse grão. Ou com grãos de soja, dependendo do que estiver mais em conta no mercado de commodities agrícolas (pensando bem, até a galinha é feita de milho e soja - é isso que ela come de ração. Metade da área plantada no Brasil é dominada pela soja, que aparece em 70% dos alimentos processados. E um terço das plantações americanas são lavouras de milho Isso acontece porque soja e milho produzem mais calorias que a maioria das plantas; são resistentes ao transporte e a anos de estocagem, entre outras vantagens competitivas.

Mas qual é o problema de chegar a essa variedade de comida com apenas dois grãos? Os bois podem dar uma primeira resposta.

No mundo desenvolvido, praticamente toda a carne sai das fazendas de confinamento - galpões onde os bois passam a vida praticamente empilhados uns nos outros, só engordando. Nesses galpões, a comida do boi não é capim, mas ração à base de milho e soja. O inconveniente é que ele não come grãos. Industrialmente falando, um boi é uma máquina que transforma celulose de capim (algo que o nosso organismo não digere) em proteína comestível - a carne dele. Mas capim é bem menos calórico que milho e soja. Para ele crescer rápido e ir logo para o corte, tem que ser ração mesmo. Só que o metabolismo do bicho pena para processar tanta comida indigesta. A fermentação dos grãos no sistema digestivo dele pode causar um inchaço do rúmen (o estômago do boi) que pressiona os pulmões e pode matar o animal. Para combater isso, os criadores enchem os bois de antibiótico: 70% dos antimicrobiais usados nos EUA são misturados às rações de animais. O problema é que isso cria superbactérias resistentes a antibióticos. É Darwin em ação: os antibióticos nem sempre matam todas as bactérias. Às vezes sobram algumas que, por mutação genética, nasceram imunes ao remédio. Sem a concorrência de outras bactérias, elas se reproduzem à vontade. Nasce uma cepa de micro-organismo mais resistente a qualquer antibiótico. Ela podem ser letal. Ainda mais se for parar na prateleira do supermercado.

Foi o que aconteceu com uma variedade agressiva de Escherichia coli. Em 2001, o garoto americano Kevin Kowalcyk, de 2 anos de idade, comeu um hambúrguer contaminado por essa bactéria e morreu 12 dias depois. O caso produziu algo inusitado: um recall de hambúrguer.

No Brasil isso não é um problema. Só 6% do nosso abate vem de confinamentos, contra 99% nos EUA. Aqui os bois ficam soltos. Bom para eles, pior para as bactérias. Mas pior também para as florestas. Nossos pastos são formados à custa de desmatamento da Amazônia e do cerrado. E isso leva o Brasil ao posto de 5º maior emissor de CO2 do mundo. Quase 52% dos nossos gases-estufa vêm do desmatamento. Para frear isso de forma realista (porque parar de criar bois e de exportar carne não tem nada de realista), a solução é o confinamento. Só que essa modalidade de criação também não é a panaceia para o ambiente. Os galpões de gado causam tantos impactos quanto uma cidade grande: lixo, esgoto, rios poluídos... Até mais, na verdade. Só os animais confinados que existem hoje nos EUA produzem 130 vezes mais dejetos do que todos os americanos juntos.

Todo esse cocô vai para grandes lagos de esterco, que servem de parque aquático para bactérias: elas podem passar desses lagos para o solo de uma lavoura. Podem e conseguem. Só de recalls de vegetais contaminados por E. coli já foram 20 na última década nos EUA. Em 2009, um surto de salmonela matou 8 pessoas e adoeceu 600 por lá. Grave. Mas não deixam de ser casos isolados. O maior problema da comida hoje é outro: o fator Roberto Carlos.

IMORAL E ENGORDA
O Rei estava certo quando disse que tudo o que ele gosta é imoral, ilegal ou engorda. Comida gostosa, mas gostosa mesmo, viciante, só é boa porque é calórica - os aspargos que nos perdoem, mas gordura e açúcar são fundamentais. Não para a saúde, mas para o cérebro. Ele gosta mesmo é de porcaria. Nosso cérebro nos recompensa com doses de dopamina cada vez que comemos algo bem calórico, energético. É que no passado isso era questão de sobrevivência - havia pouca comida disponível, então quanto mais calórica ela fosse, melhor. A massa cinzenta dá essa mesma recompensa dopamínica depois do sexo ou de drogas pesadas. Por isso mesmo basta experimentar qualquer uma dessas coisas uma única vez para ter vontade de repetir. Com comidas energéticas, recheadas de carboidratos ou gorduras, não é diferente, você sabe. É impossível comer um só.
Mito - Frango com hormônio
Uma das lendas mais persistentes é a de que o frango é entupido de hormônios. E que esse hormônio pode ser letal para nós. Não. Não rola hormônio. "O segredo para o frango crescer tão rápido está na genética", diz o engenheiro agrônomo Gerson Neudí Cheuermann, da Embrapa. A fórmula da ração do frango não é segredo: além de milho, soja e minerais, entram aminoácidos produzidos em laboratório (metionina e lisina), que servem de fato para bombar o galináceo, mas não fazem mal para quem come.

E a indústria dos alimentos se formou justamente em torno das comidas que mais liberam dopamina. Isso começou no final do século 19, com o início da produção em massa de açúcar e farinha de trigo refinada. Refinar uma planta significa estirpá-la de suas fibras, proteínas, minerais e deixar só o que interessa (pelo menos do ponto de vista do cérebro): carboidrato puro, energia hiperconcentrada. Depois vieram conservantes mais potentes (como o antiespumante e o antioxidante lá do nugget) e o processamento artificial, com máquinas que transformam carcaças de bichos e um monte de subprodutos de milho e de soja em coisas bonitas e de sabor viciante. Começava a era da comida industrializada. A nossa era.

E a produção de alimentos nunca mais seria a mesma. O cérebro do consumidor guia a indústria dos alimentos. Esse cérebro prefere comida turbinada por açúcar e gordura, certo? Então a seleção natural age de novo, mas dessa vez no mercado: só sobrevive quem produz comida mais gostosa. E a mais gostosa é a gorda (olha o Robertão aí de novo!). Natural, então, que o mercado de comida processada acabasse dominado por bombas calóricas. Nosso amigo nugget, por exemplo, recebe doses extras de gordura (óleo hidrogenado de soja) e também de açúcar (a glicose). Mais do que alimentar, a função dele é dar prazer.

Mas é um prazer que pode custar caro. Um "suco natural" industrializado, por exemplo, pode ter até duas colheres de açúcar para cada 200 mililitros. Nosso corpo não é adaptado para suportar doses cavalares como essa o tempo todo. A produção de insulina, por exemplo, pode sobrecarregar e dar pau - e sem esse hormônio, que gerencia o processamento de acúcar no organismo, você se torna diabético.

Nos EUA, 1 em cada 10 adultos tem diabetes - duas vezes mais do que em 1995. E a perspectiva é que essa proporção triplique nas próximas décadas, agora que 1,6 milhão de novos casos são diagnosticados por ano. Para completar, 70% da população é considerada acima do peso. E nós aqui no Brasil estamos indo por esse caminho. Quanto mais a economia cresce, maior fica a nossa cintura. No meio dos anos 70, quando o IBGE mediu pela primeira vez o peso da população, 24% dos brasileiros estavam acima do peso. Hoje são 50%.

O aumento de peso pode ser o resultado mais visível de uma dieta inadequada. Mas quem está na parcela sem pneuzinhos da população também corre riscos. Principalmente por causa de outro ingrediente-chefe da comida industrializada: o sal. "A maior parte do sal que a gente consome não está nos saleiros, mas nos alimentos processados" diz Michael Klag, diretor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade John Hopkins, nos EUA. O sal é adicionado para ajudar a preservar o produto e, principalmente, reforçar o sabor. E ele acaba onde você menos espera. Está nos cereais de café da manhã e até nos achocolatados - para deixar o chocolate menos enjoativo.

A Organização Mundial da Saúde recomenda o consumo de, no máximo, 6 gramas de sal por dia para evitar pressão alta - e as doenças que ela causa. Os brasileiros comem o dobro disso. De acordo com a Ação Mundial pelo Sal e pela Saúde, uma organização que reúne membros em 81 países para tentar diminuir o consumo global de sal, se a população mundial comesse apenas os tais 6 gramas de sal por dia, haveria 24% menos casos de ataques cardíacos pelo mundo e 18% menos derrames.

Os hábitos alimentares de hoje podem estar contribuindo também para um aumento em alergias alimentares e doenças intestinais. Para você ter uma ideia, o número de pessoas internadas em hospitais por causa de alergias nos EUA quadruplicou entre 2000 e 2006 (de 2 600 para 9 500 pessoas por ano). O maior suspeito aí é a falta de fibras da comida industrializada.

Uma pesquisa liderada por Paolo Lionetti, da Universidade de Florença, analisou a flora intestinal de crianças italianas e comparou com a de garotos de Burkina Fasso, na África, que têm uma dieta rica em fibras e nunca viram comida processada. Então descobriu que as crianças africanas tinham uma flora intestinal mais variada, capaz de protegê-las de uma série de doenças. "Acredito que a dieta dos países ocidentais tem um papel importante no aumento das alergias e infecções intestinais", diz Paolo.

Os nuggets, pizzas congeladas e cia. não são o único problema. A comida reconhecidamente saudável também tem seus pontos fracos. Dados dos governos americano e inglês mostram quedas nas quantidades de ferro, vitamina C, riboflavina, cálcio, zinco, selênio e outros nutrientes em dezenas de colheitas monitoradas desde os anos 50. Hoje, você tem que comer 3 maçãs para ingerir a mesma quantidade de ferro, por exemplo, que uma maçã fornecia. São várias as razões que poderiam justificar esse fenômeno. Parte da explicação pode vir dos critérios que usamos no melhoramento genético, selecionando variedades de milho, soja e outras plantas segundo a produtividade, não a qualidade nutricional. Pior: nossas plantas criadas à base de fertilizantes, como crescem mais rápido, têm raízes menores e menos tempo para acumular nutrientes além daqueles que vêm no próprio fertilizante. Mais: poupadas de lutar contra insetos pelo uso de pesticidas, estariam produzindo menos polifenóis - substâncias que usam como mecanismo de defesa e que nos beneficiam por suas ações anti-inflamatórias e antialérgicas.

VENENO NA FEIRA
Tão fundamentais para a agricultura moderna quanto os fertilizantes são os pesticidas. Ainda mais com as monoculturas sem fim de hoje. Imagine o que acontece quando um inseto que tem na raiz da soja seu prato preferido topa com hectares e mais hectares onde só existe essa planta? Ele não arreda mais o pé dali, se reproduz vertiginosamente e traça tudo o que vê pela frente: eis uma praga agrícola. Elas não são novidade. Mas claro que, com a demanda por alimentos que existe hoje, seja ou não comida industrializada, não dá para abrir mão deles.
Verdade - Dá para se proteger dos agrotóxicos veja como:
1. Prefira produtos locais
Frutas importadas, por exemplo, terão mais químicos para suportar a viagem e chegar em bom estado ao Brasil.

2. Lave as frutas com esponja
Só água pode não ser o bastante para tirar os resíduos de pesticida.

3. Compre produtos da época
As frutas que não são da estação recebem mais agrotóxicos para durar além da conta.

4. Evite a beleza exagerada
Desconfie da fruta que parece obra de arte. Ela pode ter recebido mais agrotóxicos.

No Brasil, menos ainda. O surgimento de novas pragas, como a ferrugem de soja (um fungo nocivo), transformou o país no maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Superamos os EUA nesse quesito em 2008, quando o mercado de defensivos agrícolas movimentou mais de US$ 7 bilhões no país. A façanha tem consequências. Em junho passado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou o relatório anual sobre a presença de resíduos de agrotóxicos nas frutas, verduras, legumes e grãos que o brasileiro consome. Das 3 130 amostras de 20 culturas de alimentos estudadas pela agência em 2009, 29% apresentaram alguma irregularidade. Mas não é motivo para pânico. "O fato de um alimento apresentar resíduos de pesticida além do limite estabelecido não indica necessariamente risco para a saúde", diz a toxicologista Eloisa Caldas, da Universidade de Brasília. O ponto, segundo ela, é evitar uma dieta monótona. Quanto mais variada sua alimentação, menos chance você tem de comer o mesmo pesticida. E isso diminui o risco de intoxicação.

Mais seguro ainda é comprar alimentos orgânicos. Eles não recebem veneno em nenhum momento, desde o plantio até a gôndola do supermercado. Nem veneno nem fertilizante químico. Então são mais saudáveis para o ambiente. E a quantidade de nutrientes por centímetro cúbico é maior. O problema é que a produção da lavoura orgânica é, em média, 30% menor que a convencional - e os vegetais que saem dela acabam 30% mais caros.

Estudos mostram que, mesmo assim, daria para alimentar o mundo só com orgânicos. Mas só se o consumo de carne diminuir. O que uma coisa tem a ver com a outra? É que boa parte do que plantamos é para alimentar animais de criação. Uma peça de picanha, por exemplo, exige 75 quilos de vegetais para ser produzida. Só que o mundo está cada vez mais carnívoro - a China, depois de ter virado a 2ª maior economia do mundo, passou a comer 25% de toda a carne do planeta. Hoje temos 20 bilhões de animais de criação, e a perspectiva da ONU é que esse número vá dobrar até 2050.

Até existe um tipo de carne que não depende nada das plantações: os peixes selvagens. Mas eles não são a alternativa. Primeiro, porque os mais nobres estão acabando. Algumas espécies de atum e de bacalhau não devem escapar da extinção. Segundo, porque existe o perigo da contaminação por mercúrio, pelo menos para quem come certos peixes com frequência.
Cuidado: até os peixes mais saudáveis podem estar contaminados.
Nível de mercúrio 

Quanto mais alta a concentração, maior o perigo para quem come com frequência*

Moderado
Atum em lata
Bacalhau

Alto
Atum DE SUSHI
Anchova

Muito alto
Cação
Peixe-espada

Funciona assim: embora o metal possa ser encontrado em todos os ambientes, é no meio aquático que mora o perigo. Graças à ação de bactérias, sobretudo em zonas alagáveis, o mercúrio é transformado em sua forma orgânica e mais perigosa: o metilmercúrio. Nessa versão, ele penetra nas algas. As plantas aquáticas têm baixo teor de mercúrio, mas os peixes herbívoros (que se alimentam dessas plantas) têm um pouco mais. E os predadores (que comem os herbívoros) acabam com um índice bem maior. Quanto mais perto do topo da cadeia alimentar, mais contaminado tende a ser o peixe. Não significa que todo peixe grande esteja contaminado. Se ele vive numa região livre de mercúrio, o que é comum, não tem problema. Mas claro: quem vê cara não vê contaminação. Você só tem como saber o estado dos peixes que comeu se acabar intoxicado - os sintomas são tremores, vertigem, perda de memória, problemas digestivos e renais, entre outros. Não, não precisa parar de comer esses peixes, só ter alguma moderação (veja no quadro). Mas o risco não deve diminuir - o mercúrio é um resíduo das termelétricas. E a maior parte do mundo ainda é movida a carvão...


Peixes contaminados, overdose de gordura e açúcar, fertilizantes que dependem de combustíveis fósseis e destroem ecossistemas... Estamos no fim da linha, então? Sim.

Mas já estivemos antes. Ontem mesmo era 1960, o mundo tinha 3 bilhões de habitantes e uma certeza: estávamos à beira de um colapso. Mais um pouco e não teria comida para todo mundo. Mas não. Chegamos a 6,5 bilhões de pessoas graças justamente à globalização dos fertilizantes e da comida industrializada - a produção em massa barateou os alimentos. Esse boom alimentício ficou conhecido como Revolução Verde. Agora, precisamos de mais revoluções. Uma, a da conscientização sobre os perigos do fast food e da comida processada, já começou. E a ciência tem feito seu papel também, pesquisando alternativas que vão de plantas geneticamente modificadas que dispensam fertilizantes e pesticidas até carne de laboratório - um meio de entregar proteínas sem o intermédio de animais. Seria uma espécie de segunda Revolução Industrial da comida. Não sabemos como nem quando ela vai acontecer. Mas há uma certeza: não podemos ser bestas de esperar pelo colapso.
Mito - Salmão com corante
O salmão é um peixe branco por natureza. O rosa vem da astaxantina, um pigmento que existe em algas microscópicas. Primeiro o camarão come essas algas, depois o salmão come o camarão e fica rosado. Só que os peixes criados em tanques não comem camarão. Deveriam ficar brancos a vida toda. Mas não. Eles são rosa também (menos, mas são). Corante? Não exatamente: o que fazem é colocar astaxantina na ração dos peixes - ela pode ser sintética ou vir daquelas microalgas mesmo.

• Cada 100 quilos de fertilizante químico emite 540 quilos de Co2 para ser fabricado.

• 1/3 das emissões de gases-estufa vem da agropecuária.

• Em 1940, gastávamos 0,5 caloria de combustível fóssil para produzir 1 caloria de comida, hoje gastamos 20 vezes mais.

• Hoje, A área desmatada na Amazônia para criar GADO equivale à de 100 cidades de São Paulo.

• 2/3 de todos os antibióticos fabricados nos EUA vão para a alimentação do gado. Isso cria superbactérias.

• 80% do pimentão vendido no Brasil tem mais agrotóxico que o permitido.

• Depois vêm: 56,4% - UVA / 54,8% - PEPINO / 50,8% - MORANGO

• As frutas anabolizadas por fertilizantes têm menos nutrientes como ferro, vitamina C, cálcio e zinco que as orgânicas.

* Mesmo o consumo diário pode não trazer riscos. Mas, se alguns desses peixes formam a base da sua alimentação, vale conversar com um médico sobre os perigos. ** Os mais usados nos restaurantes japoneses são o atum-branco e atum-amarelo. O de lata costuma ser da espécie skipjack, menor (e menos suscetível ao mercúrio).

Para saber mais 

O Dilema do Onívoro
Michael Pollan, Intrínseca, 2007.

Uma História Comestível da Humanidade
Tom Standage, Zahar, 2010.

domingo, 19 de maio de 2013

ÁCIDO OXÁLICO



By Victoria Boutenko


Queridos amigos, neste artigo eu apresento muitas citações de documentos originais de pesquisa. Para tornar a leitura um pouco mais fácil eu destaquei as palavras-chave.
Cerca de 85% de todas as pedras nos rins contêm sais de cálcio, oxalato de cálcio e / ou fosfato de cálcio. Parece lógico  ligar o oxalato de cálcio com ácido oxálico que existe em alguns alimentos, tais como espinafre, soja, chá, café, trigo e outros. No entanto, você não vai encontrar nenhuma evidência documentada cientificamente que o ácido oxálico na comida provoca a formação de pedras nos rins. Pelo contrário, investigação científica substancial em diversos países tem demonstrado que o ácido oxálico a partir de alimentos desempenha um papel insignificante na formação de cálculos renais.

Por exemplo, de acordo com o Journal of the American Society of Nephrology, em 2007, um dos estudos maiores e mais longos (44 anos combinados) foi realizado em Boston. Este estudo prospectivo analisou a relação entre a ingestão de oxalato e a incidência  de pedras nos rins em humanos. No decorrer deste estudo, os pesquisadores examinaram 240.681 pessoas (45.985 homens, 92.872 mulheres mais velhas, e 101.824 mulheres mais jovens). Um total de 4.605 pedras nos rins incidentes foram documentados. As conclusões foram: "a relação entre o oxalato na dieta e o risco de pedra não é clara. Ingestão de oxalato e espinafre não foram associados com o risco em mulheres mais jovens. Estes dados não implicam oxalato da dieta como um importante fator de risco de pedras nos rins. "1
Aqui está uma conclusão a partir de um outro grande grupo de investigação médica na Carolina do Norte: "O papel do oxalato dietético na formação de pedras de oxalato de cálcio nos rins permanece obscuro. 2



Excessos em proteína animal são um dos principais fatores de risco na formação de pedras nos rins.

Vários estudos em diferentes países têm demonstrado que o consumo excessivo de proteína animal é um fator de risco na formação de pedras nos rins . Eu escolhi nove estudos bem documentados que mostram claramente a verdadeira causa das pedras nos rins.
De acordo com a pesquisa realizada pelo Hospital da Universidade de Leiden (Holanda), "excessos nutricionais em proteína animal e / ou sal têm sido implicados como fatores de risco na formação de cálculos de oxalato de cálcio nos rins."
Os resultados mostram que excesso de proteína animal e / ou o consumo de sódio, diminuem a capacidade de urinas para inibir a aglomeração de cristais de oxalato de cálcio e de proporcionar uma possível explicação fisioquímica para aos adversos efeitos das aberrações dietéticas sobre a formação de pedra nos rins. 3
Conclusões semelhantes foram feitas pelo Centro de Metabolismo Mineral e Pesquisa Clínica em Dallas, Texas: "A dieta rica em proteína animal foi associada com uma maior excreção de ácido úrico não dissociado, devido à redução do pH urinário. A excreção de oxalato foi menor do que durante a dieta vegetariana. 4
Pesquisadores do Hospital Municipal Kaizuka no Japão chegaram às mesmas conclusões. Eles investigaram os hábitos alimentares diários de 241 homens com histórico de pedras nos rins. Eles descobriram que estes pacientes ingeriram " mais proteína total e  muito mais  proteína animal do que os japoneses saudáveis. A quantidade de nutrientes ingeridos durante a refeição da noite pelos pacientes foi de cerca de 50% da quantidade diária com mais de 60% da proteína animal a ser ingerida diariamente ao jantar. "


Após a avaliação dos dados recolhidos os pacientes receberam as seguintes diretrizes gerais: 1) aumento da ingestão de líquidos, 2) corrigir e evitar dieta desequilibrada (a dieta deve incluir todos os tipos de alimentos, com legumes sendo comido em cada refeição e evitar uma ingestão excessiva de carne), 3) três refeições por dia e evitar uma ingestão excessiva ao jantar, e 4) aumentar o intervalo do jantar até a hora de dormir. Seguindo estas orientações dietéticas individuais, a taxa de recorrência em cinco anos e a taxa de pedra nos rins diminuiu consideravelmente no período não apenas dos atendimentos ambulatoriais, mas também no período em que as consultas ambulatoriais foram interrompidas. A partir destes resultados, os cientistas concluíram que a administração dietética de cada indivíduo deve ser a principal medida para a profilaxia da doença de pedra no rim, no Japão. 5 Por favor, note que as suas orientações em relações a alimentos não incluem qualquer limitação de espinafre.


Pesquisadores britânicos tiraram conclusões semelhantes. A hipótese de que a incidência de doença de pedra de cálcio esteja relacionada com o consumo de proteína animal foi examinada. Na população masculina, os recorrentes na formação de pedra  consumiram mais proteína animal do que fizeram indivíduos normais. Pessoas que tiveram única incidência de pedra tinham a ingestão de proteína animal intermédia entre os dos homens normais e os de recorrentes na formação de pedra. A ingestão de grande quantidade de proteína animal provocou um aumento significativo da excreção urinária de cálcio, oxalato e ácido úrico, 3 dos 6 principais factores de risco para a formação de cálculos urinários de cálcio. A probabilidade relativa global de formação de pedras , calculado a partir da combinação dos 6 principais factores de risco urinários, foi significativamente aumentada por uma dieta rica em proteínas animais. Por outro lado, um baixo consumo de proteína animal, tal como feita por vegetarianos, foi associada a uma baixa excreção de cálcio, oxalato e ácido úrico e uma baixa probabilidade relativa de formação de pedras. 6

Em Itália a nutrição tem sido amplamente reconhecida por influenciar o risco de formação de pedra nos rins. Portanto, os pesquisadores italianos que visaram avaliar: a) se a dieta usual de mulheres com  cálculos renais de cálcio  idiopáticos residentes em Parma (norte da Itália) é diferente em comparação com controles saudáveis​​, b) como sua dieta difere das diretrizes nacionais italianas e C) se é relacionado ao curso clínico de pedras nos rins.
143 mulheres com cálculos renais recorrentes e 170 mulheres saudáveis ​​foram incluídas. As que formavam pedra mostraram um maior consumo de salsichas, presunto, carne e doces do que os controles saudáveis. A ingestão de frutas e legumes foi notavelmente inferior às recomendações das diretrizes.


Cientistas italianos concluíram que "a dieta habitual de mulheres com cálculos renais recorrentes é caracterizada por baixa ingestão de frutas e vegetais e maior consumo de açúcares simples e alimentos com alto teor de proteína e sal. Este desequilíbrio na dieta pode desempenhar um papel na patogénese ICN, especialmente em mulheres jovens. Este trabalho foi financiado por doações do Ministério Italiano da Universidade e Pesquisa, como parte de um projeto maior sobre a prevenção de pedras nos rins. "7

Outro estudo do Japão examinou a associação estatística entre a formação de diferentes pedras nos rins e dieta. "A ingestão excessiva de café, chá e bebidas alcoólicas, aparentemente aumentou o risco de cálculos renais. Muitos elementos dietéticos têm sido sugeridos por vários estudos clínicos e experimentais, mas alguns elementos são fundamentadas por investigações epidemiológicas analíticas. Um aumento da ingestão de proteína animal e açúcar e uma diminuição da ingestão de fibra alimentar e vegetais verde-amarelas estão relacionados com a maior probabilidade de formação de pedra nos países industrializados ". 8


De acordo com a pesquisa da Medizinische Klinik de Wadenswil na Suíça ", excesso de ingestão de proteína de carne (carne, peixe, aves) é litogénica uma vez que aumenta o cálcio urinário, oxalato e ácido úrico, e inferior citrato. Por outro lado, uma dieta rica em alcalinos (vegetais, fruta) está associado a um menor risco de formação de cálculos. Uma "dieta senso comum", contendo uma quantidade suficiente de fluidos, de 1200 mg de cálcio por dia e quantidades reduzidas de proteína de carne, bem como o sal é capaz de reduzir a taxa de recorrência de pedra de 5 anos em pessoas que formam pedra de cálcio em 50%. 9

Aqui está uma citação da nova pesquisa realizada na Universidade da Califórnia School of Medicine: "O gerenciamento de dieta, o uso de medicamentos e a ingestão de nutrientes  podem ajudar a prevenir a formação de pedras nos rins. A obesidade aumenta o risco de pedras nos rins. No entanto, a perda de peso pode prejudicar a prevenção de pedras nos rins se associado com uma elevada ingestão de proteína animal, abuso de laxantes, rápida perda de tecido magro, ou má hidratação. Para prevenção de oxalato de cálcio, cistina, e pedras de ácido úrico, a urina deve ser alcalinizada por comer uma dieta rica em frutas e vegetais, tomar citrato suplementar ou prescrição, ou beber águas minerais alcalinas. 10
O estudo não mostrou associação entre a ingestão de oxalato e Vulvodynia 11

O sucesso do tratamento de pedras nos rins com clorofila

Como você pode se lembrar da química, o magnésio é um mineral importante na clorofila. Há quase um século, em 1929, a conhecida investigadora sueca  Greta Hammarsten 12 havia descrito em seus artigos científicos que uma deficiência de magnésio conduziu a um aumento na excreção urinária de oxalato em seres humanos, sendo o processo invertido quando o magnésio foi fornecido.
Depois de décadas de pesquisa, que concluíram que "A redução do teor de magnésio ou de cálcio, ou de ambos, na dieta provocará a formação de [pedras nos rins]. Se, além disso, o teor de vitaminas A e D, for muito baixa, a frequência das pedras nos rins [] aumenta e as pedras serão consideravelmente maiores em tamanho. Além disso, uma dieta acidótica leva a uma maior excreção de cálcio na urina, o que resulta num maior risco de formação de pedras nos rins [].

76 anos depois, em 2005, Linda Massey, pesquisadora da Washington State University, em Spokane, confirma: "O magnésio (Mg) atua como um concorrente para o oxalato de cálcio na ligação. No entanto, o oxalato de magnésio (MgOx) é mais solúvel do que o oxalato de cálcio (CaOx), 0,07 g/100 ml vs 0,0007 g/100 ml, respectivamente, de modo MgOx não formar pedras de urina em concentrações fisiológicas. "

A pesquisa de Massey demonstra que a deficiência de magnésio provoca a formação de pedra e duas considerações teóricas e estudos com animais apoiam ensaios de suplementos de magnésio como terapia para [pedras nos rins].
De acordo com estudos clínicos, na Alemanha, "é pouco provável que se seja deficiente se a dieta inclui verduras e grãos integrais, pois o magnésio é um mineral importante na clorofila . 14
Dr. Eric Taylor de Portland, ME, seguiu 45.619 homens por 14 anos, com avaliações nutricionais a cada quatro anos. Sua equipe de pesquisadores apresentaram a evidência da eficácia do aumento do magnésio na prevenção de cálculos renais sintomáticos. 15


Benefícios para a saúde no ácido oxálico

A primeira menção de ácido oxálico como um benefício para a saúde humana, provavelmente pertence ao doutor Norman Walker. Em seu livro "legume fresco e sucos de frutas", ele afirma: "o ácido oxálico Raw é um dos elementos importantes necessários para manter o tom, e para estimular o peristaltismo."

No livro "ácido oxálico em Biologia e Medicina" Albert Hodgkinson afirmou que: "Um valor médio de 288mcg de ácido oxálico anidro acid/100ml foi relatado por sangue humano normal" 17
Na Turquia, os cientistas descobriram que, em animais o oxalato pode promover um rápido aumento nos glóbulos brancos: "Estudos recentes indicam que os níveis de oxalato são demasiado elevados para que a substância seja apenas um produto final do metabolismo nos animais. Por isso, tem sido sugerido que pode haver uma via de oxalato oxidase, em animais, que utiliza o oxalato para produzir peróxido de hidrogénio (H2O2), que poderia ser utilizado para a promoção de um "burst" de fagócitos, as células brancas do sangue que engolem e quebram partículas estranhas, restos celulares, e doença produtoras de micro-organismos. 18

Dr. Supriya Yadav do Instituto de Investigação Agharkar, Índia, relatou que "ácido oxálico, quando combinado com o sulfato de zinco e outros sais foi capaz de inibir significativamente o crescimento de E. coli." 19
Coronel Joe Hart do Arkansas foi concedida três patentes para a aplicação de ácido oxálico para o tratamento de cancro, infecções bacterianas e virais, e doenças vasculares. Você pode ler o texto de sua patente on-line: http://www.patentstorm.us/patents/6133317.html. Site de Joe Hart é: http://www.coljoe.com
Jennifer Prescott 20 depois de sua própria investigação concluiu que o ácido oxálico é a cura para o câncer: "A pesquisa revela que há um denominador comum nos alimentos conhecidos como grandes antioxidantes . Eles são ricos em ácido oxálico. "

"O ácido oxálico é necessário ao nosso corpo para muitas funções e desempenha um papel importante na saúde do cólon, de tal modo que, quando não é recebido através da dieta, o organismo o sintetiza a partir de ácido ascórbico" 21.

Eu gostaria de acrescentar minhas próprias observações. Desde que eu publiquei meu primeiro livro sobre smoothies verdes "Green for Life" em 2005, tenho recebido uma avalanche crescente de e-mails com histórias de cura. Tenho escrito vários livros e e-books com mais orientações sobre smoothies verdes, tais como a importância da rotação dos seus verdes em receitas diárias, quanto para usar, quando e quantas vezes a consumir smoothies verdes, e muitos mais. "Green for Life", foi traduzido para mais de 40 idiomas.
Quando as pessoas tentam smoothies verdes e observam como elas se sentem, elas testemunham por si mesmas a evidência contínua do poder de cura das verduras e smoothies verdes. Você pode ver dezenas de depoimentos gravados on-line (aqui) e ler muito mais histórias de cura em nosso blog. (aqui) Adicionando smoothies verde a sua dieta não é um modismo, mas sim um passo na direção da vida natural.


Original:
http://greensmoothiesblog.com/oxalic-acid-and-green-smoothies/


[1] E. Taylor, G. Curhan, “Oxalate Intake and the Risk for Nephrolithiasis.” The Journal of the American Society of Nephrology, Jul. 2007, Channing Laboratory, Brigham and Women’s Hospital, Boston, MA USA.
[2] R. Holmes, D. Assimos, “The Impact of Dietary Oxalate on Kidney Stone Formation.” Urological Research, Oct. 2004, Department of Urology, Wake Forest University Medical School, Winston-Salem, NC, USA.
[3] Dirk J Kok et al, “The Effects of Dietary Excesses in Animal Protein and in Sodium on the Composition and the Crystallization Kinetics of Calcium Oxalate Monohydrate in Urines of Healthy Men.” The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism, Oct. 1990, Department of Endocrinology, University Hospital, Leiden, The Netherlands.
[4] Neil A Breslau et al, “Relationship of Animal Protein-Rich Diet to Kidney Stone Formation and Calcium Metabolism.” The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism, Jan 1988, Center in Mineral Metabolism and Clinical Research, Department of Internal Medicine, Dallas, Texas, USA.
[5] M. Iguchi, T. Umekawa et al ,”Dietary Habits of Japanese Renal Stone Formers and Clinical Effects of Prophylactic Dietary Treatment.” Hinuokika Kiyo. Acta Urologica Japonica, Dec. 1989, Department of Urology, Kaizuka Municipal Hospital, Japan
[6] W. Robertson et al, “Should Recurrent Calcium Oxalate Stone Formers Become Vegetarians?” British Journal of Urology, Dec. 1979
[7] T. Meschi et al, “Dietary Habits in Women with Recurrent Idiopathic Calcium Nephrolithiasis.”Journal of Translational Medicine, Department of Clinical Sciences, University of Parma, Parma, Italy.
[8] H. Kodama, Y. Ohno, “Analytical Epidemiology of Urolithiasis”, Hinuokika Kiyo. Acta Urologica Japonica, Jun. 1989, Department of Public Health, Nagoya City University Medical School, Japan.
[9] B. Hess, “Pathophysiology, Diagnosis and Conservative Therapy in Calcium Kidney Calculi”.Therapeutische Umschau. Revue Therapeutique, Feb. 2003, Medizinische Klinik, Spital Zimmerberg, Wädenswil, Switzerland.
[10] L. Frassetto, I. Kohlstadt, “Treatment and Prevention of Kidney Stones: an Update.” American Family Physician, Dec. 2011, University of California School of Medicine, San Francisco, CA, USA.
[11] Bernard Harlow et al, “Influence of Dietary Oxalates on the Risk of Adult-Onset Vulvodynia.”Division of Epidemiology and Community Health, School of Public Health, Mar. 2008, University of Minnesota, Minneapolis, USA, harlow@epi.umn.edu
[12] Hammarsten G. On calcium oxalate and its solubility in the presence of inorganic salts with special reference to occurrence of crystaluria. C R Trav Lab Carlsberg 1929
[13] Greta Hammarsten, “Dietetic Therapy in the Formation
of Calcium Oxalate Calculi in the Urinary Passages.” From the Medico-Chemical Institute, Lund, Sweden, June 1938.
[14] Linda Massey, “Magnesium Therapy for Nephrolithiasis” Magnesium Research, Jun. 2005, Food Science and Human Nutrition, Washington State University, Spokane, WA, USA
[15] Eric Taylor, et al, “Dietary factors and the risk of incident kidney stones in men: New insights after 14 years of follow-up.” The Journal of the American Society of Nephrology, 2004
[16] W. Berg, C. Bothor, H. Schneider, “Experimental and clinical studies concerning the influence of natural substances on the crystallization of calcium oxalate.” Der Urologe, Jan. 1982, Germany
[17] Albert Hodgkinson, Oxalic Acid in Biology and Medicine, Academic Press, London, New York,1977
[18] Mahmut Caliskan, “The Metabolism of Oxalic Acid,” Mustafa Kemal University, Nov. 1998. Department of Biology, Hatay, Turkey.
[20] “Oxalic Acid – The Cure For Cancer”, Jan. 2008, http://EzineArticles.com/912295
[21] “In Defence of Oxalic Acid”, http://www.dewsworld.com/FInDefenseofOxalicAcid.html




GREEN SMOOTHIES PARA DIABETICOS


Se você está pesquisando curas naturais para diabetes e está interessado na história de Sergei, você também pode gostar de ler este artigo escrito por Sergei em 2001.
Em um recente boletim da família Raw, Victoria escreveu .... "adicionar regularmente  smoothies verdes à dieta de um diabético pode definitivamente diminuir a quantidade de injeções de insulina necessária, o que é muito importante. Para alguns diabéticos, inverter a diabetes pode não ser possível, ainda assim, a redução da quantidade de injecções é certamente desejável, e minimiza os efeitos secundários causados ​​por injecções de insulina.
Pela nossa experiência, diabéticos que reduziram a sua insulina foram capazes de beber smoothies verdes preparados com frutas. Há uma diferença muito importante entre a fruta madura, orgânica e verduras, frutas, não-orgânicos. Eu não recomendaria fruta não biológica e não madura para ninguém, especialmente aos diabéticos. Ouvi de várias centenas de pessoas, incluindo os diabéticos, bem como pessoas com cândida,  que também observaram que a fruta madura é benéfica para a sua saúde. Por esta razão, eu faço um esforço especial para comprar minha fruta madura, orgânicos sempre que possível. Eu vou para U-Pick fazendas no verão. No mercado dos agricultores, eu compro o fruto mais maduro, que muitas vezes é quebrado, machucado, não parece perfeito e é reduzido no preço. Tal fruto atrai moscas da fruta, o que é um bom sinal. Se você nunca vê moscas de frutas em sua cozinha, isso pode indicar que o fruto que você está consumindo não está maduro e orgânico.
Dica: Para pegar moscas de frutas, coloque uma garrafa com um centímetro de vinagre de maçã na parte inferior. Depois de mais  moscas de fruta entrar na garrafa, fechá-la e levá-la para sua pilha de compostagem, em seguida, liberá-los ".


Victoria Boutenko é a criadora dos green smoothies e Sergei é o seu filho.

Site www.therawfamily.com


sábado, 18 de maio de 2013

Causas do açúcar elevado no sangue




Controlar o açúcar no sangue e manter um equilíbrio saudável de glicose é tão fácil  quanto se afastar de alimentos ricos em gordura e alimentos processados ​​ e abraçar uma dieta integral de frutas e vegetais crus.

Isso vale para todos, excepto diabéticos tipo 1, que podem melhorar a sua situação, mas não revertê-la, adotando estes métodos devido à sua incapacidade de produzir insulina em quantidades suficientes.


As causas do açúcar elevado no sangue: olhar para o problema de maneira reversa



Olhar para o que causa um elevado nível de açúcar no sangue, como sendo a ingestão excessiva de açúcar e uma insuficiente produção de insulina é um erro. Nem está na base do problema.

Mas porque muitos parecem culpar o açúcar e a insulina, o açúcar elevado no sangue é geralmente visto como algo que deve ser derrubado com medicamentos, injeções de insulina e uma dieta que limite a ingestão de alimentos.

Claro, isso não nos livra do diabetes ou de níveis elevados de açúcar no sangue, como qualquer paciente de diabetes sabe, mas apenas trata os sintomas. Os exames de sangue costumam registrar oscilações regulares nos níveis de açúcar, entre os que usam esses métodos.


Gordura, e não açúcar, é geralmente a causa de hiperglicemia e diabetes.

Surpreendido? Você não ouve muito sobre isso, mas já é do conhecimento da comunidade médica por um longo tempo.

Se você sabe muito sobre o diabetes, provavelmente já ouviu falar o nome de Dr. EP Joslin, fundador do famoso Centro de Diabetes Joslin. Já em 1927, ele começou a sugerir que seus pacientes diabéticos estavam criando os seus problemas para si mesmos com suas dietas ricas em gordura (1)


Em 1959, o "Journal of the American Medical Association" já havia publicado seu primeiro estudo que mostra que a gordura dietética foi responsável por causar diabetes tipo 2 e açúcar elevado no sangue (2).

A prova continuou a acumular-se ao longo das décadas seguintes, mas foi ignorado pela comunidade médica e de pesquisa.

Em 2010, a revista médica Lancet criticou os profissionais médicos pela sua obsessão em controlar o açúcar no sangue com  medicação, ignorando o fato de que os pacientes podem prevenir ou reverter a maioria dos casos de diabetes com uma mudança na dieta e estilo de vida , controlar o açúcar no sangue sem se preocupar com medicação.


Os editores chamaram de "humilhação da saúde pública", que o diabetes, uma doença em grande parte evitável​, tenha sido autorizada a se tornar uma epidemia. De toda a investigação sobre diabetes apresentada na reunião de 2010 American Diabetes Association , eles disseram, "... há uma ausência gritante: Nenhuma pesquisa sobre as intervenções do estilo de vida para prevenir ou reverter diabetes. Nesse sentido, a medicina pode estar ganhando a batalha no controlo da glicose , mas está perdendo a guerra contra o diabetes (3) ".

Enquanto os editores do Lancet estão certamente corretos sobre a falta de uma boa pesquisa sobre o tema, tem havido, na realidade, estudos suficientes nos últimos anos, mostrando o quão confiável é a  possibilidade de reverter o nível de açúcar elevado no sangue, que parece quase um absurdo que os medicamentos e a insulina ainda sejam as principais prescrições dadas para diabetes.


As causas do açúcar elevado no sangue: O que exatamente a gordura faz


Em um indivíduo saudável, com uma boa dieta, o açúcar entra no nosso sistema no trato digestivo, onde é absorvida a partir de nossa comida. Em seguida, passa através das paredes do intestino e para a corrente sanguínea. Aqui, as moléculas de açúcar ligam com a insulina, a qual, essencialmente, acompanha-o através da membrana do vaso sanguíneo, para o fluido intersticial, através da membrana da célula, e para dentro da própria célula. As células podem então usar o açúcar como combustível.


Mas quando comemos uma dieta rica em gordura, uma camada  de gordura deposita-se nas paredes dos vasos sanguíneos, dos nossos receptores de insulina, bem como a nossa insulina e moléculas de açúcar, diminuindo a nossa capacidade de processamento rápido de açúcar e levando a um aumento de açúcar no sangue.


Quanto mais gordura  você come, mais dificuldade tem o açúcar  em entrar em uma célula (4), ou seja, fica preso em seu sangue causando todos os tipos de problemas.





As causas do açúcar elevado no sangue: Como uma dieta baixa em gordura ajuda


Se você tem níveis elevados de açúcar no sangue, ou mesmo diabetes, na maioria dos casos você pode ter leituras normais e ficar livre da doença dentro de algumas semanas, se estiver disposto a mudar sua dieta.

Se evitar alimentos de origem animal, óleos graxos, e alimentos processados​​, o açúcar no sangue deve normalizar rapidamente.


É praticamente impossível comer mesmo que a mínima quantidade de carne, ovos, laticínios, óleos vegetais ou outros alimentos gordurosos e manter o seu baixo teor de gordura suficiente para os níveis ideais de açúcar no sangue.

Dietas Integrais, veganas, de baixo teor de gordura tiveram maior sucesso em normalizar os níveis de açúcar no sangue


Em um estudo recente, pacientes diabéticos com uma dieta vegan com baixo teor de gordura foram capazes de largar a sua concentração de glicose em jejum de 28% em comparação com 12% para um grupo de controle seguindo as diretrizes alimentares da Associação Americana de Diabetes. O grupo vegan também perdeu mais peso e baixou o colesterol.  (5).

O queda do nível de açúcar no sangue nessas dietas de baixa gordura  são tão impressionantes que os pacientes geralmente são capazes de interromper medicamentos e injeções de insulina dentro de semanas.


Depois de apenas 26 dias, os pacientes em outro estudo, numa dieta quase sem carne, baixo teor de gordura e plano de exercício , em grande parte abandonou seus medicamentos. Ao todo, 21 dos 23 pacientes em uso de medicações orais e 13 de 17 pacientes com insulina foram capazes de sair de seus medicamentos (6).

Assim, que quantidade de gordura é considerada baixo teor de gordura? O número de calorias provenientes de gordura, que geralmente provoca os melhores resultados em estudos é de 10 por cento, um número que corresponde a uma grande variedade de outros parâmetros para uma boa saúde.



As causas do açúcar elevado no sangue: Por que o açucar das frutas e folhas verdes são ótimos.

Fruta,  que certamente é rica em açúcar, tem sido muitas vezes criticada como sendo uma das causas de açúcar elevado no sangue, mas isso simplesmente não é o caso. ESTE açúcar é o combustível que precisamos. É apenas a gordura que comemos, não a fruta, que faz com que o açúcar permaneça no sangue.

Mesmo a American Diabetes Association, que promove uma dieta míope que não reverte diabetes, diz louvores sobre as frutas e não sugere a sua restrição (7).

Além disso, está comprovado que a fruta ajuda a combater/prevenir a diabetes. Adicionando apenas três porções de frutas frescas por dia na dieta de uma pessoa, foi mostrado que o risco de diabetes diminui em 18 por cento (8).


Foi mostrado também vegetais de folhas verdes terem um grande impacto. Os dados recolhidos de quatro estudos determinaram que comer uns meros 3,5 xícaras de folhas verdes cruas por dia, provocam uma diminuição de 14% no risco de diabetes (9).


As causas do açúcar elevado no sangue: O que tirar


Você não tem que sofrer de um alto nível de açúcar no sangue, diabetes tipo 2, cândida  ou quaisquer outros problemas associados. Sofrer dessas condições é uma escolha, e uma facilmente reversível. 


Quer a melhor maneira de reverter o diabetes e reduzir o açúcar no sangue? Inicie uma dieta de baixo teor de gordura, vegana, crua, abundante em alimentos originais para o ser humano.


The Causes of High Blood Sugar: Sources



1) Joslin EP.  Atheroscleriosis and diabetes.  Ann Clin Med 1927;5:1061.

2) Van Eck, W. "The Effect of a Low Fat Diet on the Serum Lipids in Diabetes and its Significance in Diabetic Retinopath. Am J Med. 1959; 27:196-211
3) Type 2 diabetes--time to change our approach. Lancet, 2010. 375(9733): p. 2193.
4) Peterson KF, Dufour S, Befroy D, Garcia R, Shulman GI. Impaired mitochondrial activity in the insulin-resistant offspring of patients with type 2 diabetes. N Engl J Med. 2004;350:554-671.
5) Barnard, N. D., Cohen, J., Jenkins, D. J. A., Turner-McGrievy, G., Gloede, L., Jaster, B., Seidl, K., Green, A. A., & Talpers, S. (2006). A Low-Fat Vegan Diet Improves Glycemic Control and Cardiovascular Risk Factors in a Randomized Clinical Trial in Individuals With Type 2 Diabetes. Diabetes Care , 29 (8), 1777-1783.
6) Barnard RJ, Lattimore L, Holly RG, Cherny S, Pritikin N. Response of non-insulindependent diabetic patients to an intensive program of diet and exercise. Diabetes Care. 1982;5(4):370-4
7) American Diabetes Association Website: http://www.diabetes.org/food-and-fitness/food/what-can-i-eat/fruits.html
8) Bazzano, L.A., et al., Intake of Fruit, Vegetables, and Fruit Juices and Risk of Diabetes in Women. Diabetes Care, 2008. 31(7): p. 1311-1317.
9) Carter, P., et al., Fruit and vegetable intake and incidence of type 2 diabetes mellitus: systematic review and meta-analysis. Bmj, 2010. 341: p. c4229.


Artigo traduzido daqui:
(peço desculpa pela tradução, não é lá grande coisa, mas para aqueles que não sabem ler ingles, dá para ficar com uma noção :) )
  

sexta-feira, 17 de maio de 2013

ATLETAS NECESSITAM DE MAIS NUTRIENTES DO QUE PESSOAS MENOS ACTIVAS


By Sergei Boutenko



Se você correr, caminhar, nadar, praticar snowboard, ciclismo,  crossfit, ou envolver-se ativamente em qualquer outro desporto, então você provavelmente está ciente de que o seu corpo necessita de suplementação nutricional extra para funcionar corretamente. Simplificando, os atletas precisam de mais nutrientes do que as pessoas menos ativas. Eles exigem mais de seus corpos e, portanto, devem compensar com os nutrientes certos para manter o desempenho e recuperação. Infelizmente, os atletas de hoje tem sido enganados, levados a acreditar que, a fim de manter a boa saúde, eles devem consumir uma grande variedade de produtos de origem animal, suplementos e géis de energia.


Acho que este é um dos maiores equívocos no campo do desporto e fitness. Neste post, eu não estou interessado em discutir se os atletas devem ser vegans ou não. Eu simplesmente quero desafiar a abordagem tradicional e mostrar que as necessidades nutricionais de um atleta pode ser satisfeita através de meios naturais. Eu acredito que todos os atletas podem se beneficiar por consumir mais , verduras e frutas frescas e biológicas em uma mistura batida comumente referido como um "smoothie verde".


Para manter o corpo com um desempenho perfeito, você deve sempre repor os seguintes sete nutrientes essenciais: cálcio, ferro, magnésio, potássio, selênio, sódio e zinco. Atletas tradicionais fazem isso, tomando multivitaminas e suplementos. Na minha prática pessoal, eu descobri que é benéfico desconsiderar a tradição e, ao invés, misturar batidos verdes feitos a partir de vegetais folhosos escuros e frutas frescas. Apesar de não me considerar um "atleta de alta resistência," Eu vivo uma vida extremamente ativa. Aqui está a minha ideia de um bom tempo: no verão passado subi Mt. Shasta (a 14.179 pés de altura da montanha no norte da Califórnia) em quatro horas e 45 minutos. No dia seguinte, eu decidi que eu precisava subir mais montanhas, então eu escalei nas proximidades Mt. McLoughlin (9495 pés) e MT. Thielsen (9182 pés) em um dia. Veja bem, eu nunca tomei suplementos artificiais e baseio o meu sucesso e resistência em grande parte na minha dieta.

Vamos agora olhar para os nutrientes essenciais necessários para sustentar o exercício prolongado, bem como a forma como se pode obter esses elementos em forma natura

1.) O cálcio é essencial, pois evita cãibras musculares e ajuda a fortalecer os ossos. De acordo com a Associação Internacional de Quiropraxia Pediátrica (ICPA) a maioria dos atletas não atendem a sua necessidade de ingestão diária de cálcio. Falta de cálcio pode conduzir a uma série de problemas, tais como, osteoporose e desequilíbrio hormonal. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) recomenda dose diária de cálcio varia entre 1000-1500 mg por dia. A maioria das pessoas pensam que a melhor maneira de obter cálcio é beber um copo de leite. Poucas pessoas estão cientes de que folhas verdes escuras são tão eficazes a carregar o corpo com cálcio. De acordo com o USDA, um copo de leite tem 314 mg de cálcio (http://ndb.nal.usda.gov). Uma xícara de couve tem 357 mg de cálcio. Isso é 63 mg mais do que um copo de leite. Assim, um smoothie verde repleto de couve pode atender as necessidade de cálcio tanto quanto o leite.

2.) O ferro é outro elemento que os atletas costumam têm deficiência .Uma das funções primárias do ferro é transportar oxigénio para as células e eliminar o dióxido de carbono  do corpo. A maioria dos nutricionistas desportivos recomendam o consumo de carne vermelha para obter a sua dose diária de ferro. Em nutrição desportiva tradicional raramente é mencionado que os tomates, damascos, romãs, passas, azeitonas, acelga e salsa também são excelentes fontes de ferro.

3.) Magnésio é essencial para os atletas. Sua presença é vital em mais de 300 processos químicos que sustentam a função humana básica e de saúde (http://triathlon.competitor.com). Estas funções incluem regulação da pressão arterial, contração e relaxamento muscular, função nervosa, imunidade e atividade cardíaca. Os alimentos que contêm grandes quantidades de magnésio são: amêndoas, linhaça, sementes de girassol, espinafre, folhas de beterraba, couve, verduras e tâmaras. Adicionar estes alimentos a seus smoothies verdes vai ajudar o seu corpo em muitos de seus processos metabólicos.

4.) Potássio é fácil! Todo bom batido precisa de uma banana. De acordo com o USDA, um copo de banana amassada tem mais do que 800 mg de potássio. Se você não é um fã de bananas, aqui está uma lista de outros alimentos que são ricos neste nutriente essencial: abacate, folhas de beterraba, espinafre, melão, damascos, figos, nectarinas, e peras.

5.) Selénio é essencial para a produção de anti-oxidante. Os atletas que não recebem o suficiente de selênio na dieta experiênciam maiores danos celulares e levam mais tempo para se recuperar de exercício extenuante. O consumo regular de castanha do Brasil, sementes de girassol, espinafre e algas, irá garantir que o seu corpo receba o selênio suficiente.

6.) Sódio retém água nas células e evita a desidratação. Frutas frescas e vegetais são melhores para ajudar as células reter água do que quaisquer bebidas desportivas no mercado. Pronto!

7.), Os níveis de zinco estão diretamente correlacionados com a resistência. Atletas que têm menos do que os níveis recomendados de zinco no organismo vão lutar para executar em seu pico. De acordo com o (www.chiro.org) zinco ICPA também é crucial para a reparação tecidual. Aqui estão alguns alimentos que contêm grandes quantidades de zinco: sementes de abóbora, sementes de melancia, amendoim, pólen de abelha, pimentão, espinafre, salsa e algas.


Além dos sete nutrientes essenciais, entusiastas dos desportos requerem também   quantidades  de proteína mais elevadas que o normal. Se você olhar para a composição nutricional da maioria dos vegetais de folhas verdes escuras, você vai descobrir que eles rivalizam com muitos tipos de carne no que diz respeito aos aminoácidos essenciais (proteína). Por exemplo, meio quilo de alface ou couve fornece aproximadamente a mesma quantidade de proteína, que um bife (quarter pound steak), (www.drfuhrman.com). Meio quilo de folhas pode parecer muito, mas quando você mistura 500gr de folhas em um smoothie, não é muito difícil de consumi-lo em sua totalidade. Afinal, animais grandes, musculosos, como elefantes e vacas obtêm sua proteína dos vegetais.*


Em poucas palavras, a minha mensagem é simples ... "Pare de gastar dinheiro em suplementos caros e em vez disso, faça um smoothie!" Estou muito confiante de que smoothies verdes rivalizam com os suplementos convencionais rivais, eu estou fazendo um documentário sobre ele. Uma semana atrás, lançei uma campanha Kickstarter para arrecadar fundos para um documentário sobre como smoothies verdes afetam atletas de endurance. Para mais informações sobre o meu projeto, veja este link: 

I http://www.kickstarter.com/projects/sergeiboutenko/
powered-by-green-smoothies-feature-film



domingo, 12 de maio de 2013

10 BENEFICIOS DOS GREEN SMOOTHIES






1. São altamente nutritivos. Comece com 60% de frutas biológicas maduras, misturadas com mais ou menos 40% de verduras biológicas, e passe gradualmente para 60% folhas e 40% frutas

2. São fáceis de digerir. Quando bem liquefeitas, a maior parte das paredes celulares das folhas e frutas se rompe, facilitando a assimilação dos nutrientes valiosos pelo corpo. Os green smoothies literalmente começam a ser aborvidos na boca.

3. Em oposição aos sucos, os green smoothies são um alimento completo porque conservam as fibras dos vegetais. O consumo de fibras é importante para a eliminação de detritos pelo trato gastrointestinal.

4. Eles estão entre os pratos mais palatáveis para os seres humanos de todas as idades. O sabor das frutas é dominante, mas as folhas verdes equilibram o doce das frutas e acrescentam um toque picante. As pessoas normalmente ficam surpresas pelo facto de algo tão verde ter gosto tão bom.

5. Os green smoothies são ricos em clorofila. Uma molécula de clorofila guarda semelhança estreita com uma molécula de sangue humano. De acordo com os ensinamentos da Dra. Ann Wigmore, consumir clorofila, é como receber uma transfusão de sangue saudável. Muitas pessoas não consomem quantidade suficiente de verduras, mesmo as que seguem uma dieta crudívora.  Tomando dois ou três copos diários de vitamina verde, você consumirá folhas suficientes para nutrir o corpo, e todos os nutrientes benéficos serão bem absorvidos e assimilados.

6. Eles são fáceis de preparar e requerem pouca lavagem de louça. Contrastando com isso, o prepara de verduras em uma centrifuga é demorado, faz sujeira e custa caro. Por essa razão muitas pessoas desistem de tomar sucos verdes regularmente.Preparar um jarro de green smoothie leva menos de cinco minutos, incluindo aí a lavagem da louça suja que se suja.

7. Crianças de todas as idades, incluindo bebés a partir dos 6 meses de idade, adoram os green smoothies. Evidentemente é preciso tomar cuidado e aumentar o volume de vitamina aos poucos, para que o corpo delas possa se acostumar à nutrição intensa recebida em forma liquefeita.

8. Ao ingerir as folhas verdes na forma de vitaminas, você reduz em muito o consumo de azeite e sal.

9. O consumo regular de green smoothies forma o hábito benéfico de consumir verduras. Após algumas semanas  a maioria das pessoas passa a sentir desejo de ingerir folhas e a gostar de consumi-las em maior quantidade. Ingerir folhas suficientes é um problema para muitas pessoas, especialmente crianças.

10. Embora os green smoothies recém-preparados sempre sejam melhores, eles podem ser conservados por até três dias em temperatura baixa, e isto pode ser útil no trabalho ou quando se viaja.

Victoria Boutenko



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